domingo, junho 3

Sua filha será a próxima estuprada em Israel


Não é preconceito contra negros: aumenta o número de ataques sexuais e estupros de judias por imigrantes ilegais africanos muçulmanos em Israel. Há uma grande lista publicada na internet e no youtube. Em declaração perante câmeras de TV, imigrantes muçulmanos ilegais em Israel disseram que o estupro de solteiras é permitido por sua cultura. Setores da esquerda israelense afirmam que é um "problema de educação..." (Conhece este discurso, não é?)

A mídia mundial não se interessa por estes casos quase diários e até mesmo a mídia israelense - principalmente a de esquerda - quer impor uma conotação de preconceito racial de judeus ocidentais brancos contra africanos negros, removendo destes agressores sua identidade completamente aberta e gritada por eles mesmos nas ruas de serem muçulmanos.

Em notas anteriores que demos sobre a Sharia (lei islâmica) em diversos países afirmamos que há permissão para estupro de solteiras (não em todos). É agenda eleitoral da Irmandade Muçulmana no Egito descriminalizar o estupro de solteiras (homens também), inclusive presos pela polícia ou exército. No Egito tramita nova lei que tornaria imediatamente nulo o casamento no caso da mulher ser presa por qualquer motivo e permitiria seu estupro como solteira.

Há fatwas de um clérigo iraniano oficial (éditos de clérigos muçulmanos com força de lei para todos os muçulmamos que pretendam seguir tal fatwa), o que afetaria só os xiitas, de que o estupro, individual, múltiplo e repetido de homens e mulheres presos é uma forma autorizada de interrogatório para obter confissões (está em vigor já há mais de 4 anos desde a primeira revolta de rua da oposição iraniana). Mundo fica quietinho!

Judeus em Israel, famílias de meninas vítimas de estupros por muçulmanos ilegais no país são taxados de "intolerantes e fascistas" pela esquerda judaica lá e cá.

Ontem (02/jun), a polícia de Tel Aviv prendeu um ilegal muçulmano, 30 anos, da Eritreia que atacou sexualmente uma judia de 14, na água, na praia de Tel Aviv em plena luz do dia. Quando a menina começou a gritar o criminoso tentou afogá-la.

Toda essa massa de imigração islâmica ilegal para Israel aconteceu neste governo que aí está e precisa ser responsabilizado por permitir a introdução do que parece ser uma óbvia ponta-de-lança de desestabilização islâmica de Israel, a partir de dentro. Ainda perante as câmeras, imigrantes muçulmanos ilegais em Israel falam abertamente que Israel não pertence aos judeus e a aquela terra foi dada por Deus aos muçulmanos. Os judeus tem que sair de Israel, segundo estes imigrantes ilegais que a esquerda mostra como pessoas que estão fugindo da miséria africana e para obter empregos e vida melhor em Israel. Se é assim, que o façam legalmente.

Israel não tem nenhuma obrigação de aceitar imigrantes ilegais em seu território, como nenhum outro país tem. Ainda mais quando estes imigrantes possuem agenda aberta de destruição do Estado Judeu e estão violentando meninas e moças judias. Israel era um país onde cada cidadão andava armado e parece que precisa voltar a ser! Houve um movimento terrivelmente errado, desencadeado pelo assassinato de Rabin, onde o porte de arma (documento e autorização) foram introduzidos e o número de armas em circulação nas ruas foi drasticamente reduzido. Um dos resultados palpáveis disso foi o aumento da criminalidade, dos roubos a bancos (que eram inexistentes), roubo ao comércio e ataques covardes com facas. Em nenhum momento os criminosos em Israel passaram a agir sem armas, pelo contrário, usam mais, com a certeza de que não mais encontrarão um ex-soldado treinado e armado a cada metro da rua para impedir sua ação.

Sabe por que? Porque na hora em que uma de nossas filhas estiver cercada por muçulmanos africanos que vão espancá-la e violentá-la repetidas vezes de todas as formas possíveis, precisa haver alguém por perto para acabar rapidamente com essa covardia islâmica que está acontecendo dentro de Israel. Entre o que polícia não tem possibilidade de impedir, está o estupro. Imagine o sentimento de impunidade e falta total de policiamento que levou o eriteu a agir na praia de Tel Aviv num sábado? Imagine as meninas andando a pé pelas estradas? Imagine nos subúrbios de Bersheva?

Os ilegais, e aí já não interessa se cometeram crimes ou não, se são produtivos ou criminosos tem que ser expulsos de Israel para seus países de origem, já! Antes que peguem A SUA FILHA! O Estado Judeu não é abrigo para muçulmanos. Eles que escolham uma de suas 57 nações!

Talvez depois de ler este texto você comece a entender como é que essa gente consegue sair do Sudão, da Eritréia, da Somália e ir "a pé" até dentro de Israel passando pelo próprio Sudão que é um estado islâmico policial, pelo Egito, atravessando o Suez ou Mar Vermelho, atravessando o Sinai egípcio e entrando em Israel pelo Neguev e dali chegando às cidades israelenses. Tem muita gente envolvida, tem muita gente ajudando e obviamente Sudão e Egito estão em parceria para essa invasão criminosa de Israel.

Note que isso não é maluquice e ocorreu antes na história, quando Fidel esvaziou suas prisões de criminosos comuns e assassinos e facilitou sua ida ilegal para os Estados Unidos.

E não imagine que são duas pessoas atravessando o deserto aqui e uma ali. Entre 2005 e 2010 a conta era de 26.635 imigrantes africanos ilegais. Em um ano e meio esse número já passa de 55.000, com algumas fontes citando 60.000!!! A média em 18 meses chega perto dos 35 imigrantes legais por dia! Segundo o que se sabe, 36.000 estariam vivendo na parte sul de Tel Aviv e 12.000 em Eilat. Israel deslocou há poucos dias mais dois batalhões para a fronteira Negev/Sinai e parece que isso não adiantou muito. Já há dezenas de quilômetros de cercas e terras de ninguém que seriam para deter terroristas e não detém imigrantes... Entre estes 60.000 ilegais, arrisque você quantos terroristas foram infiltrados em Israel? Quantos agentes de serviço secreto do Sudão, Egito e Irã, estão entre eles? Um? Cem? Arrisque você.

Para se tentar entender corretamente o impacto da permanência destes muçulmanos ilegais em Israel, é preciso saber que as operações de retirada dos judeus da Etiópia, os Beta Israel (Falashas), totalizou cerca de 80.000 pessoas que prosperaram e hoje fazem parte de uma comunidade de 120.000 em Israel. Em várias situações, por serem negros, são confundidos com os africanos ilegais, e estão sendo impactados diretamente por essa questão. Da forma como as coisas estão até o fim dos próximos 12 meses o número de ilegais poderá chegar a 80.000.

Agora, por que Israel não os deporta? Você não vai acreditar nessa, mas faz todo o sentido. o Alto Comissariado de Refugiados das Nações Unidas NÃO PERMITE! O mesmo Alto Comissariado que é completamente alinhado com os palestinos e que mantém artificialmente o status deles de "refugiados" e tem nas mãos a multimilionária UNRWA, seu departamento para lidar apenas com os palestinos "é de opinião contrária à deportação de muçulmanos ilegais criminosos de dentro de Israel !!!" A ONU alega que a situação interna no Sudão, Eritréia e Somália "é difícil" e determinou que estes ilegais (em qualquer país) são um "grupo temporário de proteção humanitária." Cheira à grande pote de bosta...

O papel do Egito neste caso é assustador, desde Mubarak que permitia o livre trânsito de armas, explosivos e foguetes para Gaza. Os ilegais em Israel entraram pelo Egito. E o governo do Cairo se recusa a permitir que voltem pelo Egito. Agora pense bem: que força possui o Cairo neste contexto que consegue efetivamente impedir que os africanos ilegais passem do Negev para o Sinai que Jerusalém não tem para impedir que os africanos ilegais passem do Sinai para o Negev? Se souber a resposta, mande um email para Bibi Netanyahu e diga a ele o que fazer!

Enquanto isso, os ortodoxos judeus pressionam a Agência Judaica para complicar ou impedir a imigração para Israel de pessoas convertidas ao judaísmo fora da ortodoxia e seus descendentes, e ainda cônjuges não judeus. É uma vergonha o que está havendo.

O que podemos fazer, nós, brasileiros, judeus, nessa questão? Reclamar. Apontar. Analisar. Nos conscientizar. E ficar esperando para nos solidarizar com a família que será destruída amanhã, em novo estupro de judia por muçulmano EM ISRAEL.

José Roitberg - jornalista

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