quinta-feira, junho 14
Em solidariedade ao Povo Iraniano???
Em solidariedade ao Povo Iraniano??? Em solidariedade ao povo iraniano... Será que as pessoas preferem ser estúpidas? Será que as pessoa preferem ver a realidade de uma forma que não é? Aproxima-se Ahmadinejad e enfurece-se uma massa judaica contra o sujeito. As palavras de ordem da manifestação de Ipanema - eta lugar confortável, hein... - estão tecladas e dizem respeito a mostrar o desrespeito de Ajad contra seu povo. Burrice! O que você, ocidental, judeu, humanista, progressista, democrata, político, líder comunitário, vê como desrespeito aos iranianos os iranianos veem como DEMOCRACIA ISLÂMICA.
Para eles, os errados somos nós! Nós brasileiros indecentes que não cobrimos os corpos; que beijamos em público; que seguramos as mãos de homens e mulheres em público; que permitimos a nudez despudorada nas praias; que fabricamos e vendemos bilhões de litros de bebidas alcoólicas por ano; que permitimos o consumo de álcool nas ruas livremente; que incentivamos e adoramos os gays com suas paradas; que somos suaves nas penas aos nossos criminosos; que temos cruzes por todos os cantos da nação; que permitimos religiões politeístas livres em nosso território, que permitimos e incentivamos a magia, magia negra e o contato com o sobrenatural; que regulamentamos a pornografia para que seja vendida livremente ou abusada totalmente pela internet; e que não somos submissos a Deus como qualquer pessoa civilizada TEM QUE SER. Os errados, para eles, somos nós.
E continuando em nossos erros, somos convocados a lutar pelos direitos à ocidental, de uma sociedade islâmica fundamentalista, que despreza e repudia cada um de nossos valores.
Eu não posso levantar um cartaz em "solidariedade ao povo iraniano", povo que preenche às ruas com dezenas de milhares de pessoas em manifestações gritando "morte à Israel"... Povo que não acredita no Holocausto... Povo que repele nosso modo de vida como brasileiros e como judeus... Povo que nos atiraria às chamas -à primeira oportunidade. Você pode? Então faça.
Neste domingo à partir das 11h no posto 8, em Ipanema.
José Roitberg - jornalista
domingo, junho 3
Sua filha será a próxima estuprada em Israel
Não é preconceito contra negros: aumenta o número de ataques sexuais e estupros de judias por imigrantes ilegais africanos muçulmanos em Israel. Há uma grande lista publicada na internet e no youtube. Em declaração perante câmeras de TV, imigrantes muçulmanos ilegais em Israel disseram que o estupro de solteiras é permitido por sua cultura. Setores da esquerda israelense afirmam que é um "problema de educação..." (Conhece este discurso, não é?)
A mídia mundial não se interessa por estes casos quase diários e até mesmo a mídia israelense - principalmente a de esquerda - quer impor uma conotação de preconceito racial de judeus ocidentais brancos contra africanos negros, removendo destes agressores sua identidade completamente aberta e gritada por eles mesmos nas ruas de serem muçulmanos.
Em notas anteriores que demos sobre a Sharia (lei islâmica) em diversos países afirmamos que há permissão para estupro de solteiras (não em todos). É agenda eleitoral da Irmandade Muçulmana no Egito descriminalizar o estupro de solteiras (homens também), inclusive presos pela polícia ou exército. No Egito tramita nova lei que tornaria imediatamente nulo o casamento no caso da mulher ser presa por qualquer motivo e permitiria seu estupro como solteira.
Há fatwas de um clérigo iraniano oficial (éditos de clérigos muçulmanos com força de lei para todos os muçulmamos que pretendam seguir tal fatwa), o que afetaria só os xiitas, de que o estupro, individual, múltiplo e repetido de homens e mulheres presos é uma forma autorizada de interrogatório para obter confissões (está em vigor já há mais de 4 anos desde a primeira revolta de rua da oposição iraniana). Mundo fica quietinho!
Judeus em Israel, famílias de meninas vítimas de estupros por muçulmanos ilegais no país são taxados de "intolerantes e fascistas" pela esquerda judaica lá e cá.
Ontem (02/jun), a polícia de Tel Aviv prendeu um ilegal muçulmano, 30 anos, da Eritreia que atacou sexualmente uma judia de 14, na água, na praia de Tel Aviv em plena luz do dia. Quando a menina começou a gritar o criminoso tentou afogá-la.
Toda essa massa de imigração islâmica ilegal para Israel aconteceu neste governo que aí está e precisa ser responsabilizado por permitir a introdução do que parece ser uma óbvia ponta-de-lança de desestabilização islâmica de Israel, a partir de dentro. Ainda perante as câmeras, imigrantes muçulmanos ilegais em Israel falam abertamente que Israel não pertence aos judeus e a aquela terra foi dada por Deus aos muçulmanos. Os judeus tem que sair de Israel, segundo estes imigrantes ilegais que a esquerda mostra como pessoas que estão fugindo da miséria africana e para obter empregos e vida melhor em Israel. Se é assim, que o façam legalmente.
Israel não tem nenhuma obrigação de aceitar imigrantes ilegais em seu território, como nenhum outro país tem. Ainda mais quando estes imigrantes possuem agenda aberta de destruição do Estado Judeu e estão violentando meninas e moças judias. Israel era um país onde cada cidadão andava armado e parece que precisa voltar a ser! Houve um movimento terrivelmente errado, desencadeado pelo assassinato de Rabin, onde o porte de arma (documento e autorização) foram introduzidos e o número de armas em circulação nas ruas foi drasticamente reduzido. Um dos resultados palpáveis disso foi o aumento da criminalidade, dos roubos a bancos (que eram inexistentes), roubo ao comércio e ataques covardes com facas. Em nenhum momento os criminosos em Israel passaram a agir sem armas, pelo contrário, usam mais, com a certeza de que não mais encontrarão um ex-soldado treinado e armado a cada metro da rua para impedir sua ação.
Sabe por que? Porque na hora em que uma de nossas filhas estiver cercada por muçulmanos africanos que vão espancá-la e violentá-la repetidas vezes de todas as formas possíveis, precisa haver alguém por perto para acabar rapidamente com essa covardia islâmica que está acontecendo dentro de Israel. Entre o que polícia não tem possibilidade de impedir, está o estupro. Imagine o sentimento de impunidade e falta total de policiamento que levou o eriteu a agir na praia de Tel Aviv num sábado? Imagine as meninas andando a pé pelas estradas? Imagine nos subúrbios de Bersheva?
Os ilegais, e aí já não interessa se cometeram crimes ou não, se são produtivos ou criminosos tem que ser expulsos de Israel para seus países de origem, já! Antes que peguem A SUA FILHA! O Estado Judeu não é abrigo para muçulmanos. Eles que escolham uma de suas 57 nações!
Talvez depois de ler este texto você comece a entender como é que essa gente consegue sair do Sudão, da Eritréia, da Somália e ir "a pé" até dentro de Israel passando pelo próprio Sudão que é um estado islâmico policial, pelo Egito, atravessando o Suez ou Mar Vermelho, atravessando o Sinai egípcio e entrando em Israel pelo Neguev e dali chegando às cidades israelenses. Tem muita gente envolvida, tem muita gente ajudando e obviamente Sudão e Egito estão em parceria para essa invasão criminosa de Israel.
Note que isso não é maluquice e ocorreu antes na história, quando Fidel esvaziou suas prisões de criminosos comuns e assassinos e facilitou sua ida ilegal para os Estados Unidos.
E não imagine que são duas pessoas atravessando o deserto aqui e uma ali. Entre 2005 e 2010 a conta era de 26.635 imigrantes africanos ilegais. Em um ano e meio esse número já passa de 55.000, com algumas fontes citando 60.000!!! A média em 18 meses chega perto dos 35 imigrantes legais por dia! Segundo o que se sabe, 36.000 estariam vivendo na parte sul de Tel Aviv e 12.000 em Eilat. Israel deslocou há poucos dias mais dois batalhões para a fronteira Negev/Sinai e parece que isso não adiantou muito. Já há dezenas de quilômetros de cercas e terras de ninguém que seriam para deter terroristas e não detém imigrantes... Entre estes 60.000 ilegais, arrisque você quantos terroristas foram infiltrados em Israel? Quantos agentes de serviço secreto do Sudão, Egito e Irã, estão entre eles? Um? Cem? Arrisque você.
Para se tentar entender corretamente o impacto da permanência destes muçulmanos ilegais em Israel, é preciso saber que as operações de retirada dos judeus da Etiópia, os Beta Israel (Falashas), totalizou cerca de 80.000 pessoas que prosperaram e hoje fazem parte de uma comunidade de 120.000 em Israel. Em várias situações, por serem negros, são confundidos com os africanos ilegais, e estão sendo impactados diretamente por essa questão. Da forma como as coisas estão até o fim dos próximos 12 meses o número de ilegais poderá chegar a 80.000.
Agora, por que Israel não os deporta? Você não vai acreditar nessa, mas faz todo o sentido. o Alto Comissariado de Refugiados das Nações Unidas NÃO PERMITE! O mesmo Alto Comissariado que é completamente alinhado com os palestinos e que mantém artificialmente o status deles de "refugiados" e tem nas mãos a multimilionária UNRWA, seu departamento para lidar apenas com os palestinos "é de opinião contrária à deportação de muçulmanos ilegais criminosos de dentro de Israel !!!" A ONU alega que a situação interna no Sudão, Eritréia e Somália "é difícil" e determinou que estes ilegais (em qualquer país) são um "grupo temporário de proteção humanitária." Cheira à grande pote de bosta...
O papel do Egito neste caso é assustador, desde Mubarak que permitia o livre trânsito de armas, explosivos e foguetes para Gaza. Os ilegais em Israel entraram pelo Egito. E o governo do Cairo se recusa a permitir que voltem pelo Egito. Agora pense bem: que força possui o Cairo neste contexto que consegue efetivamente impedir que os africanos ilegais passem do Negev para o Sinai que Jerusalém não tem para impedir que os africanos ilegais passem do Sinai para o Negev? Se souber a resposta, mande um email para Bibi Netanyahu e diga a ele o que fazer!
Enquanto isso, os ortodoxos judeus pressionam a Agência Judaica para complicar ou impedir a imigração para Israel de pessoas convertidas ao judaísmo fora da ortodoxia e seus descendentes, e ainda cônjuges não judeus. É uma vergonha o que está havendo.
O que podemos fazer, nós, brasileiros, judeus, nessa questão? Reclamar. Apontar. Analisar. Nos conscientizar. E ficar esperando para nos solidarizar com a família que será destruída amanhã, em novo estupro de judia por muçulmano EM ISRAEL.
José Roitberg - jornalista
quarta-feira, março 14
Como os jornalistas americanos viram a ascensão de Hitler
segunda-feira, março 12
Lute pela verdade na Wikipedia
quarta-feira, fevereiro 22
Why We Fight - Nazismo - recomendado
quinta-feira, fevereiro 9
Hezbollah do Barhain - Isso a mídia não mostra
Veja o q a mídia não mostra sobre o levante xiita no Barhein "Coquetel molotov é resistência pacífica" segundo clérigo http://www.youtube.com/watch?v=_O6oTsm79M0& - As imagens são originais e a edição é lá do Barhein mesmo. Pelas notícias que temos no Brasil, não é nada disso que está ocorrendo lá. O autor, acusa a existência de um Hezbollah local. Agora note a violência impressionante dos xiitas contra outros muçulmanos que eles nem sabem se são xiitas ou sunitas (governo sunita). Imagine o que essa gente faria (ou fará) conosco, com os judeus, se puder!!! O vídeo é longo, mas possui muito material e informações diferentes.
clique para assistir no Youtube em tela maior
quarta-feira, fevereiro 8
Análise do veto da Rússia e China no caso sírio
terça-feira, janeiro 31
Judeus são descendentes dos macacos e porcos!
quinta-feira, janeiro 26
Morre cantor de Hilter
quarta-feira, janeiro 25
Irlandeses perdoados por lutar contra Hitler
Surgem fotos coloridas desconhecidas de Hilter
quarta-feira, novembro 9
A Noite do Terror
Yad Vashem
quinta-feira, outubro 27
Lembrete: Chaidelly Copacabana convidou você para entrar no Facebook...
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terça-feira, outubro 11
Lembrete: Chaidelly Copacabana convidou você para entrar no Facebook...
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sexta-feira, junho 3
Noite dos Cristais sob os céus de Bagdá
quinta-feira, maio 19
A DAIA e o Google
quarta-feira, outubro 27
Exposição tematiza o antissemitismo na Alemanha Oriental
Quando a República Democrática Alemã (RDA) foi fundada, após a Segunda Guerra Mundial, o sistema comunista implantado pretendia ser um recomeço. A proposta era a da igualdade entre todos os cidadãos, deixando de lado o passado, fosse ele nobre ou vergonhoso.
Não houve debate sobre o Holocausto ou sobre o que determinadas pessoas fizeram e por que o fizeram. Isso fez com que o antissemitismo persistisse no país, de acordo com os organizadores de uma exposição que trata da discriminação sofrida pelos judeus na RDA, a Alemanha Oriental.
Muitos alemães orientais, contudo, ainda têm dificuldades de acreditar que havia espaço para o antissemitismo num Estado que se autointitulava antifascista.
Uma exposição itinerante, organizada pela Fundação Amadeu Antonio, tenta explicar aos visitantes como a perseguição, em parte sob os auspícios do Estado, permaneceu sendo parte integrante da vida dos judeus na RDA. Exibida no momento no balneário de Prora, localizado na Ilha de Rügen, no Mar Báltico, a exposição "Nós não tínhamos nada disso!" remete ao tabu em torno do assunto.
"A ideia de que uma ideologia de Estado possa automaticamente impedir pessoas de odiar outras é ridícula", diz Annette Kahane, diretora da fundação que organiza a exposição.
"Os legisladores no Leste disseram 'de agora em diante todos estão desculpados pelo que aconteceu, ninguém fará nada de errado outra vez e podemos começar a construir nosso Estado comunista' – isso também é ridículo", diz Kahane.
A exposição mostra uma evidência atrás da outra de quão antissemita a RDA de fato era. Houve os julgamentos antijudeus e a expurgação de judeus do Partido Comunista nos anos 1950 e a profanação do que havia restado dos cemitérios judaicos. O governo da Alemanha Oriental opunha-se abertamente a Israel, permitindo até mesmo que grupos terroristas palestinos treinassem em território nacional.
As crianças encontram a verdade
As informações apresentadas na mostra foram coletadas por escolares, aos quais pediu-se que entrevistassem residentes locais. A ideia era que isso teria um tom menos acusatório e possibilitaria aos jovens uma lição única de história.
"Imagine se eu tivesse ido até lá. Mesmo que eu venha do Leste, não teria funcionado. As pessoas não teriam falado comigo", diz Heike Radvan, da fundação mentora da exposição.
Na cidade de Hagenow, as crianças tiveram problemas em descobrir o que aconteceu com o antigo cemitério judaico. Demorou quatro meses, conta Radvan, para elas encontrarem um habitante da cidade que sabia dizer o que acontecera.
"As pedras tumulares eram muito pesadas. Elas nos pareceram adequadas quando estávamos fincando os fundamentos de uma garagem", relatou o homem às crianças.
Estereótipos perigosos
Segundo Kahane, alguns típicos estereótipos sobre judeus também podem ter causado o antissemitismo das lideranças comunistas. "Havia algumas características projetadas nos judeus que não combinavam muito bem com as ideias do regime comunista. Os judeus eram acusados de serem capitalistas demais, executivos de bancos, os caras do dinheiro", diz.
Eles eram também considerados desonestos, traidores ou arrogantes, acrescenta Kahane. "Os judeus eram vistos como figuras cosmopolitas. E cosmopolitismo era o oposto do que os legisladores queriam", finaliza a diretora da Fundação Amadeu Antonio.
História difícil de aceitar
"Nós não tínhamos nada disso!" incomoda alguns dos visitantes. "Aqui está outro exemplo de difamação pública da RDA", escreveu um deles no livro de visitantes da mostra. "Como ex-cidadão da RDA, considero essas acusações inaceitáveis", escreveu outro.
"A exposição não acrescenta nada de valor ao conhecimento das pessoas", afirmou um terceiro. Há, contudo, aqueles que veem o caráter informativo da mostra. "Acho ótimo ver esse assunto tratado numa exposição. Nunca vi nada que abordasse o tema assim antes", registrou uma visitante.
Susanna Misgajski, historiadora local de Prora, afirma que valeu a pena ver o projeto apresentado em sua região e que a população local pareceu se interessar pelo assunto. Mas não porque a região desconheça o antissemitismo durante os anos de RDA, analisa Misgajski.
Muitos proprietários de hotéis ao longo da costa do Báltico perderam suas propriedades durante uma campanha do governo comunista chamada Ação Rosa (Aktion Rose), e muitos deles acabaram presos, explica a historiadora.
A um desses proprietários, que era judeu, foram repetidos chavões da propaganda antissemita em pleno julgamento, no tribunal. Ele foi obrigado a cumprir uma pena muito maior na prisão do que as vítimas não judias da campanha de expropriação, completa Misgajski.
A exposição itinerante, que começou em 2007, segue agora para sua próxima estação dentro da Alemanha. Há planos de levá-la para o exterior em 2012.
http://www.dw-world.de/dw/article/0,,6144501,00.html
Autor: Hardy Graupner (sv)
Revisão: Alexandre Schossler
sexta-feira, outubro 22
Um Violinista em Cuibá
quinta-feira, outubro 21
TJ DO RIO PROIBE ENSINO DO HOLOCAUSTO
ISSO É BRASIL - NO MESMO DIA EM QUE É SANCIONADA A LEI NO RIO GRANDE DE SUL INSTITUINDO O MESMO TEXTO DA LEI FLUMINENSE PARA 60.000 ALUNOS GAÚCHOS, O TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO RIO DIZ QUE NOSSA LEI, NÃO VALE
TJRJ declara inconstitucional lei sobre aulas de holocausto nas escolas
Notícia publicada em 19/10/2010 17:36
O Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Rio declarou a inconstitucionalidade da Lei nº 4.782, de 26 de março de 2008, na sessão desta segunda-feira, dia 18. De autoria da vereadora Teresa Bergher, a lei pretendia tornar obrigatória a inclusão de noções sobre o Holocausto na disciplina de História ministrada nas escolas do Município do Rio.
Os desembargadores do Órgão Especial, por unanimidade de votos, julgaram procedente a ação direta de inconstitucionalidade, proposta pelo Município do Rio, nos termos do voto do relator, desembargador Nascimento Póvoas Vaz. Eles consideraram que houve erro de iniciativa na produção da lei, uma vez que as normas do ensino são da competência do Conselho Federal de Educação, ligado ao Ministério da Educação, e não do Poder Legislativo.
Participaram da votação os desembargadores Antonio Eduardo Ferreira Duarte, Manoel Alberto Rebelo dos Santos, Sergio de Souza Verani, Leila Mariano, Valmir de Oliveira Silva, Luiz Leite Araujo, Maria Augusta Vaz, Jose Carlos Figueiredo, Luiz Felipe Haddad, Edson Scisinio Dias, Reinaldo Alberto Filho, Elizabeth Gomes Gregory, Milton Fernandes de Souza, Nildson Araujo da Cruz, Jose Geraldo Antonio, Ademir Pimentel, Antonio Jose Azevedo Pinto e Alberto Motta Moraes.
Proc. nº 032237102008.8.19.0000



