Não há mais espaço para se permitir a agressão constante e mentirosa dos detratores de judeus e demonizadores de Israel.
Circula há algumas semanas na internet um powerpoint que vincula de forma revisionista e bizarra imagens sem legendas da Alemanha Nazista e do Oriente Médio.
Esta agressão carecia de uma resposta contundente. Esta é a resposta.
Ajude a distribuí-la de forma ainda mais ampla do que a circulação da agressão.
Abs,
José Roitberg - jornalista - Menorah
Na janela da apresentação clique em FULL depois em +/- ZOOM e ZOOM TO PAGE para ver no formato mais adequado. Se quiser use o link http://www.slideshare.net/menorahrevista/historia-volta-a-repetir-se-mal-resposta para enviar só a apresentação e o http://www.slideshare.net/menorahrevista/historia-volta-a-repetir-se-mal-resposta/download para baixar direto para seu computador e guardar.
Mostrando postagens com marcador palestina. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador palestina. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, julho 22
quarta-feira, julho 21
Luxo real - miséria de propaganda!
A miséria, a fome, a destruição, a falta de bens de consumo e comida, a inexistência de materiais de construção são exploradas no mundo inteiro par demonizar Israel e apresentadas como a verdade absoluta.
Faltando tudo, faltando concreto, faltando materiais de construção e tendo "milhares" de casas destruídas, então o melhor investimento é construir sem material e sem nada para colocar dentro um enorme e luxuoso shopping center na cidade Gaza, inaugurado ontem, no dia 20 de julho.
Enquanto isso o governo brasileiro dá a bolsa terror de 25 milhões de dólares para aliviar o sofrimento em Gaza, ou será que para construir uma filial do shopping?
Assista a matéria da Fox News, pois não verá na Globo...
quarta-feira, junho 23
Sharon Causou a Intifada
Creio que na última resposta do Silvio Tendler após a lavada que ele está tomando da comunidade judaica tanto no Brasil quanto fora, ele responde pela tangente a um questionamento, como sempre faz, e afirma para a Myrna Herzog, em tom de "prova" que o Sharon iniciou a Intifada de Al-Aqsa com sua visita à Esplanada das Mesquitas. Myrna fez uma defesa perfeita, mas com pessoas como o Silvio isso não representa nada, pois sua agenda marxista é inflexível como precisa ser. Espero que algum dos amigos ou desafetos do Silvio que tenham seu email, mandem isso para ele, pois como cineasta e documentarista tarimbado, deve ter pelo menos a curiosidade de ver do que se trata.
Eu já estou de saco cheio deste tipo de propaganda partidária que IGNORA o que os próprios palestinos falam sobre o assunto. Havia um vídeo banido da WEB que eu consegui resgatar achando um CD de backup antigo. Era um disco com os principais vídeos palestinos e pró-palestinos do ano 2000. E aí já se vão 10 anos. Percebam o que é isso. Quem está hoje com 23 anos, tinha 13. Quem está com 18 tinha 8! E aí, estes propagandistas profissionais deitam e rolam na falta de conhecimento normal que as pessoas tem. E só se passaram 10 anos. É a fórmula do revisionismo-mentiroso. Inundar a mídia com a mentira que se quer propagar, mesmo sabendo que não é a verdade. As novas gerações são criadas na mentira e em algum ponto, todos já se esqueceram da verdade. Mas temos a internet para tentar trazer as pessoas à razão.
Os vídeos são pré-Memri e pré-Palestinian Media Watch. Mal tínhamos banda larga de 512 kb por aqui no ano 2000, mas um arquivo baixado e gravado fora do HD pode ser uma solução.
O primeiro é pequeno e com legendas em português que aprontei agora mostrando o ministro das comunicações palestino dizendo que a Intifada de Al Aqsa estava planejada quando Arafat foi para Camp David e que não tem nada a ver com Sharon.
O segundo é maior, em inglês com um conteúdo mais contundente e que espero ter tempo para legendar totalmente nos próximos dias, mas é importante que se divulgue em inglês para o mundo. Neste vídeo, deve-se perceber que o incitamento palestino, também pré-Hamas (só venceu as eleições em 2006), pre-Kassans, portanto ainda "pouco" radical não é contra Israel, não é contra o governo de Israel e não é contra os israelenses: é abertamente contra os judeus onde quer que estiverem. Os judeus devem ser mortos, massacrados e mortos novamente. Não há, segundo o discurso aberto nas redes de TV palestinas em Gaza sequer UM JUDEU que queria a paz e com quem se possa ou deva negociar. Assim, este vídeo precisa ser visto principalmente por aqueles judeus, como o Silvio Tendler que imaginam que do outro lado há alguns milhões de pessoas dispostos a recebê-los de braços abertos e não com facões nas mãos. Nenhum dos vídeos é israelense ou judaico. Os vídeos são oficiais palestinos criados pelo governo palestino para divulgação aos palestinos.
José Roitberg - jornalista
Eu já estou de saco cheio deste tipo de propaganda partidária que IGNORA o que os próprios palestinos falam sobre o assunto. Havia um vídeo banido da WEB que eu consegui resgatar achando um CD de backup antigo. Era um disco com os principais vídeos palestinos e pró-palestinos do ano 2000. E aí já se vão 10 anos. Percebam o que é isso. Quem está hoje com 23 anos, tinha 13. Quem está com 18 tinha 8! E aí, estes propagandistas profissionais deitam e rolam na falta de conhecimento normal que as pessoas tem. E só se passaram 10 anos. É a fórmula do revisionismo-mentiroso. Inundar a mídia com a mentira que se quer propagar, mesmo sabendo que não é a verdade. As novas gerações são criadas na mentira e em algum ponto, todos já se esqueceram da verdade. Mas temos a internet para tentar trazer as pessoas à razão.
Os vídeos são pré-Memri e pré-Palestinian Media Watch. Mal tínhamos banda larga de 512 kb por aqui no ano 2000, mas um arquivo baixado e gravado fora do HD pode ser uma solução.
O primeiro é pequeno e com legendas em português que aprontei agora mostrando o ministro das comunicações palestino dizendo que a Intifada de Al Aqsa estava planejada quando Arafat foi para Camp David e que não tem nada a ver com Sharon.
O segundo é maior, em inglês com um conteúdo mais contundente e que espero ter tempo para legendar totalmente nos próximos dias, mas é importante que se divulgue em inglês para o mundo. Neste vídeo, deve-se perceber que o incitamento palestino, também pré-Hamas (só venceu as eleições em 2006), pre-Kassans, portanto ainda "pouco" radical não é contra Israel, não é contra o governo de Israel e não é contra os israelenses: é abertamente contra os judeus onde quer que estiverem. Os judeus devem ser mortos, massacrados e mortos novamente. Não há, segundo o discurso aberto nas redes de TV palestinas em Gaza sequer UM JUDEU que queria a paz e com quem se possa ou deva negociar. Assim, este vídeo precisa ser visto principalmente por aqueles judeus, como o Silvio Tendler que imaginam que do outro lado há alguns milhões de pessoas dispostos a recebê-los de braços abertos e não com facões nas mãos. Nenhum dos vídeos é israelense ou judaico. Os vídeos são oficiais palestinos criados pelo governo palestino para divulgação aos palestinos.
José Roitberg - jornalista
Marcadores:
antissemitismo,
Hamas,
Israel,
palestina
segunda-feira, setembro 28
Faruk Hosni culpa os judeus
O ministro da cultura do egito, Faruk Hosni, culpou os judeus e seus aliados dos Estados Unidos e alguns países europeus por seu fracasso na eleição para a direção geral da UNESCO. Desde que foi anunciada sua candidatura, a mídia judaica e a mídia internacional expuseram os fatos abertos de Hosni ser antissemita, revisionista do Holocausto no Egito e propagador dos Protocolos dos Sábios de Sião, com várias produções oficias na TV egípcia, publicação de literatura antissemita e artigos de jornais etc. Como uma grande surpresa, rapidamente Israel se colocou A FAVOR de sua candidatura, desarmando os jornalistas que apontavam esse absurdo. Agora, apoiado por Israel e Brasil, entre muitos outros, Hosni comprova seu antissemitismo culpando os judeus por sua derrota... Ainda bem... Irracional, o ministro afirma que chegou a votação final com 29 votos, apenas um a menos que os 30 necessários para vencer e que isso representava que "metade do mundo - 29 países..." estava a seu favor...
Faruk Hosni culpa a los judíos
El ministro de Cultura egipcio, Faruk Hosni (foto), culpó a los "judíos", a sus aliados de EEUU y algunos países europeos de su fracaso en la votación para decidir al candidato a la dirección general de la UNESCO, informó MENA.
Hosni hizo estas declaraciones tras su llegada al aeropuerto internacional de El Cairo, adonde llegó procedente de París, después de ser derrotado por la búlgara, Irina Bokova, en la votación del Consejo Ejecutivo de la Organización de la ONU para la Educación, la Ciencia y la Cultura (UNESCO).
"Cuando llegamos a la etapa final con 29 votos, nos faltaba solamente un voto, esto significa que logramos los votos de la mitad del mundo- indicó Hosni-. Después, empezó el juego de los judíos en EEUU y en países europeos importantes, que siempre hacen alarde de la democracia, la transparencia y la tolerancia".
Para Hosni, "hay agrupaciones judías en el mundo que tuvieron una gran influencia en las elecciones de la UNESCO, y profirieron amenazas terribles con todos los medios y armas disponibles para impedir que un egipcio presidiera esa organización".
Aún así, el ministro destacó que en esa elección libró "un combate más que maravilloso, ya que acaparó el interés de todo el mundo, pese a la feroz campaña de algunos sectores y medios de prensa".
Hasta mayo pasado, Hosni era el favorito indiscutible para dirigir la UNESCO, hasta que varios intelectuales franceses le acusaron desde las páginas de "Le Monde" de haber hecho reiteradas declaraciones de tintes antisemitas desde hacía años.
EFE y Aurora
Faruk Hosni culpa a los judíos
El ministro de Cultura egipcio, Faruk Hosni (foto), culpó a los "judíos", a sus aliados de EEUU y algunos países europeos de su fracaso en la votación para decidir al candidato a la dirección general de la UNESCO, informó MENA.
Hosni hizo estas declaraciones tras su llegada al aeropuerto internacional de El Cairo, adonde llegó procedente de París, después de ser derrotado por la búlgara, Irina Bokova, en la votación del Consejo Ejecutivo de la Organización de la ONU para la Educación, la Ciencia y la Cultura (UNESCO).
"Cuando llegamos a la etapa final con 29 votos, nos faltaba solamente un voto, esto significa que logramos los votos de la mitad del mundo- indicó Hosni-. Después, empezó el juego de los judíos en EEUU y en países europeos importantes, que siempre hacen alarde de la democracia, la transparencia y la tolerancia".
Para Hosni, "hay agrupaciones judías en el mundo que tuvieron una gran influencia en las elecciones de la UNESCO, y profirieron amenazas terribles con todos los medios y armas disponibles para impedir que un egipcio presidiera esa organización".
Aún así, el ministro destacó que en esa elección libró "un combate más que maravilloso, ya que acaparó el interés de todo el mundo, pese a la feroz campaña de algunos sectores y medios de prensa".
Hasta mayo pasado, Hosni era el favorito indiscutible para dirigir la UNESCO, hasta que varios intelectuales franceses le acusaron desde las páginas de "Le Monde" de haber hecho reiteradas declaraciones de tintes antisemitas desde hacía años.
EFE y Aurora
Ahmadinejad continua com seu discurso antissemita carregado de ódio
Presidente do Irã diz na ONU que seu país é um dos mais progressistas e democráticos do mundo e apaga novamente o terrorismo palestino e árabe contra Israel
Ahmadineyad continúa con su lenguaje antisemita, ofensivo y cargado de odio
El presidente de Irán, Mahmud Ahmadineyad, aseguró ante la Asamblea General de la ONU que su país está dispuesto a "participar en la construcción de una paz y seguridad duraderas en el mundo y a estrechar las manos honestas".
Ahmadineyad defendió el programa nuclear de Irán, puesto de nuevo en entredicho por EE.UU., Rusia, Francia, Reino Unido y China, más Alemania, al tiempo que subrayaba que tiene "uno de los Gobiernos más progresistas y democráticos del mundo", en respuesta a las críticas por el pasado proceso electoral de su país.
La delegación estadounidense ante la ONU, al igual que las de otros de países occidentales, abandonaron el pleno de la Asamblea General cuando el presidente iraní tomó la palabra.
Pese a rebajar el tono de anteriores intervenciones, Ahmadineyad arremetió en varias ocasiones contra Estados Unidos y, particularmente contra Israel, al que de nuevo se refirió como "el régimen sionista".
"Ya no es aceptable que una pequeña minoría domine la política, la economía y la cultura de grandes partes del mundo mediante complicadas redes, y establezca una nueva forma de esclavitud, dañando la reputación de otras naciones, como las europeas y EE.UU., para lograr sus ambiciones racistas", señaló.
También acusó al Gobierno israelí de llevar a cabo "un genocidio contra las poblaciones palestinas en los territorios ocupados, de los que fueron expulsados hace 60 años mediante la fuerza y la coerción".
"¿Cómo es que los crímenes de los ocupadores contra mujeres y niños indefensos y la destrucción de viviendas, granjas, hospitales y escuelas puede recibir el respaldo incondicional de ciertos gobiernos?", se preguntó.
Las palabras del presidente iraní suscitaron una reacción inmediata de Washington.
"Es una decepción que el señor Ahmadineyad de nuevo decida hacerse eco de un lenguaje antisemítico, ofensivo y cargado de odio", dijo el portavoz de la Misión de EE.UU. ante la ONU, Mark Kornblau.
Poco antes que el presidente iraní interviniese ante este foro internacional, cientos de personas se congregaron en el exterior de la ONU con banderas iraníes y las caras pintadas de verde para pedir libertad y democracia en ese país.
Los manifestantes portaban igualmente pancartas de rechazo al régimen iraní y pedían al secretario general de la ONU, Ban Ki-moon, que abriese una investigación sobre el proceso electoral iraní, que calificaron de fraudulento.
EFE y Aurora
Ahmadineyad continúa con su lenguaje antisemita, ofensivo y cargado de odio
El presidente de Irán, Mahmud Ahmadineyad, aseguró ante la Asamblea General de la ONU que su país está dispuesto a "participar en la construcción de una paz y seguridad duraderas en el mundo y a estrechar las manos honestas".
Ahmadineyad defendió el programa nuclear de Irán, puesto de nuevo en entredicho por EE.UU., Rusia, Francia, Reino Unido y China, más Alemania, al tiempo que subrayaba que tiene "uno de los Gobiernos más progresistas y democráticos del mundo", en respuesta a las críticas por el pasado proceso electoral de su país.
La delegación estadounidense ante la ONU, al igual que las de otros de países occidentales, abandonaron el pleno de la Asamblea General cuando el presidente iraní tomó la palabra.
Pese a rebajar el tono de anteriores intervenciones, Ahmadineyad arremetió en varias ocasiones contra Estados Unidos y, particularmente contra Israel, al que de nuevo se refirió como "el régimen sionista".
"Ya no es aceptable que una pequeña minoría domine la política, la economía y la cultura de grandes partes del mundo mediante complicadas redes, y establezca una nueva forma de esclavitud, dañando la reputación de otras naciones, como las europeas y EE.UU., para lograr sus ambiciones racistas", señaló.
También acusó al Gobierno israelí de llevar a cabo "un genocidio contra las poblaciones palestinas en los territorios ocupados, de los que fueron expulsados hace 60 años mediante la fuerza y la coerción".
"¿Cómo es que los crímenes de los ocupadores contra mujeres y niños indefensos y la destrucción de viviendas, granjas, hospitales y escuelas puede recibir el respaldo incondicional de ciertos gobiernos?", se preguntó.
Las palabras del presidente iraní suscitaron una reacción inmediata de Washington.
"Es una decepción que el señor Ahmadineyad de nuevo decida hacerse eco de un lenguaje antisemítico, ofensivo y cargado de odio", dijo el portavoz de la Misión de EE.UU. ante la ONU, Mark Kornblau.
Poco antes que el presidente iraní interviniese ante este foro internacional, cientos de personas se congregaron en el exterior de la ONU con banderas iraníes y las caras pintadas de verde para pedir libertad y democracia en ese país.
Los manifestantes portaban igualmente pancartas de rechazo al régimen iraní y pedían al secretario general de la ONU, Ban Ki-moon, que abriese una investigación sobre el proceso electoral iraní, que calificaron de fraudulento.
EFE y Aurora
Marcadores:
Ahmadinejad,
antissemitismo,
Estados Unidos,
Holocausto Novo,
Israel,
ONU,
palestina
Assinar:
Postagens (Atom)
