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quarta-feira, fevereiro 17

Judeus não podem falar... Na Califórnia.


No dia 8 de fevereiro o Embaixador de Israel nos Estados Unidos era convidado como palestrante na universidade Irvine na Califórnia, mas estudantes muçulmanos seguindo os ares islamo-facistas bem divulgados em todo o mundo não aceitaram "deixar o judeu falar", pois a verdade é apenas sua e de sua religião...

Resultado: 11 presos. Veja como foi. Isso ainda vai acontecer onde você estiver... A posição da direção da Irvine foi correta.

sexta-feira, novembro 13

Sinagoga do Lubavitch nos EUA atacada na Noite dos Cristais

Uma escola do Lubavitch no sul da Flórida foi atacada a tiros no dia 10 de novembro, durante o horário de aulas enquanto as crianças estavam no local. O rabino do local, Shragi Mann disse que foi uma coisa terrível e alarmante, algo que não imaginava poder acontecer. Acorda!!!

Sinagagoga atacada na Noite dos Cristais nos EUA

A sinagoga Beth Shalom em El Camino perto de Sacramento na Califórnia foi atacada na noite da Kirstalnacht. Os vândalos deixaram bem claro que é preciso compreender que o Holocausto não terminou e que os judeus continuam sendo alvo das mesas suásticas e das mesmas "SS" de 70 anos atrás.

Obama Hitler

Veja só como são as coisas em relação a banalização do Holocausto e de Hitler, atividade tão perniciosa quanto a negação do Holocausto. Durante os mandatos de Dergo W Bush, nem foi mais possível monitorar palavras chave "Hitler" na internet, pois seu uso aumentou exponencialmente, não relacionado ao nazismo, mas ao presidente americano.

Agora é a vez de Obama. A propaganda contra as atitudes de governos quando desagradam grupos de pressão é tão intensa e tão igual, não interessa quem está no poder, que primeiro, Obama foi acusado pelos republicanos de ser socialista com sua reforma do sistema de saúde. Agora os republicanos o acusam de nazista.

Houve um grande manifestação patrocinada por republicanos onde os manifestantes carregavam cartazes com imagens de judeus vítimas dos campos de concentração e dizeres "Sistema de Saúde Nacional Socialista, Dachau, Alemanha, 1945."

É a banalização do sofrimento e da morte de nossos familiares e danem-se republicanos e dane-se o direito de livre expressão americano. Para tudo há um limite! Por que não mostraram os antepassados deles dizimando os índios norte-americanos ou entregando cobertores infectados com varíola? Se eles querem mostrar algo horrível, que usem seus próprios familiares e seu próprio quintal.

Infelizmente, na terra da liberdade de expressão as fotos desta manifestação estão banidas, mas ainda vamos encontrar alguma. Ah, encontrei as 19h30 do dia 13...





terça-feira, setembro 29

Batistas atacam Chabad


No dia 25 de setembro ceca de 10 membros da Westboro Baptist Church (Igreja Batista de Westoboro) fizeram uma manifestação extremamente ofensiva, racista e antissemita contra a sinagoga do Chabad em Long Island, Nova Iorque, durante os serviços religiosos. O grupo viajou do Kansas para Nova Iorque para atacar os judeus. A polícia apenas ficou olhando e ninguém foi preso. Até agora os protestos oficiais contra essa atitude extrema racista deste grupo cristão são mínimos.





Não há porque temer estes cretinos! Seu racismo tem que ser visto e denunciado! A liberdade de expressão não é a liberdade para o discurso de ódio! Os jovens judeus da região foram para rua e enfrentaram os racistas batistas. No primeiro vídeo vc pode até ouvir o shofar tocando durante a cerimônia.

Na foto, lemos nos cartazes: Deus é inimigo de vocês; Paguem pelos seus pecados; Obama é o anticristo; Deus odeia vocês; Deus odeia Obama; Os judeus mataram Jesus; Judeus são bestas; Alguns judeus vãos se arrepender; Vocês vão para o Inferno; Deus odeia os bichas (fags)



Sei que sempre tem gente que não vai acreditar, mas a coisa toda foi filmada...

A comunidade judaica de lá está de parabéns e reagiu como deveria. De nada adianta manifestações pela liberdade religiosa, quando livres, grupos como estes atacam os judeus, e livres, nenhum gruponão judeu sairá em defesa dos judeus.

Esse é um dos bons exemplos do "Nunca Mais" fora de Israel. Nunca Mais os judeus serão levados para a morte sem reagir! Nunca mais o antissemitismo terá lugar na nossa frente!

segunda-feira, setembro 28

Assassino de guarda do museu do Holocausto vai ser avaliado

O supremacista-branco James von Brunn de 89 anos indiciado pelo assassinato a tiros de um guarda de segurança do Museu Americano Memorial do Holocausto (Whashington)nfoi levado para a penitenciária federal da Carolina do Norte para ser avaliado mentalmente para ser determinado se pode ser julgado. O pedido de avaliação psicológica feito por seu advogado e aceito pelo juiz do caso não é o desejo de Brunn que assume seus atos. Há uma intenção estranha em proteger a imagem deste antissemita e assassino confesso e foi liberada para a imprensa apenas a foto acima sem data de origem, pela delegacia que o prendeu.

Accused Holocaust Museum Shooter At Butner Prison

An 89-year-old white supremacist charged with killing a security guard at the U.S. Holocaust Memorial Museum has arrived at a federal prison in North Carolina to be evaluated for competency to stand trial.

James von Brunn is now at the Butner Federal Medical Center in Butner, N.C. A spokeswoman for the Federal Bureau of Prisons says he arrived Friday.

Earlier this month a judge ordered von Brunn to undergo the evaluation requested by his lawyer despite von Brunn's objections.

Von Brunn is accused of shooting the guard June 10. He was previously held at the D.C. jail.


Ahmadinejad continua com seu discurso antissemita carregado de ódio

Presidente do Irã diz na ONU que seu país é um dos mais progressistas e democráticos do mundo e apaga novamente o terrorismo palestino e árabe contra Israel

Ahmadineyad continúa con su lenguaje antisemita, ofensivo y cargado de odio


El presidente de Irán, Mahmud Ahmadineyad, aseguró ante la Asamblea General de la ONU que su país está dispuesto a "participar en la construcción de una paz y seguridad duraderas en el mundo y a estrechar las manos honestas".

Ahmadineyad defendió el programa nuclear de Irán, puesto de nuevo en entredicho por EE.UU., Rusia, Francia, Reino Unido y China, más Alemania, al tiempo que subrayaba que tiene "uno de los Gobiernos más progresistas y democráticos del mundo", en respuesta a las críticas por el pasado proceso electoral de su país.

La delegación estadounidense ante la ONU, al igual que las de otros de países occidentales, abandonaron el pleno de la Asamblea General cuando el presidente iraní tomó la palabra.
Pese a rebajar el tono de anteriores intervenciones, Ahmadineyad arremetió en varias ocasiones contra Estados Unidos y, particularmente contra Israel, al que de nuevo se refirió como "el régimen sionista".

"Ya no es aceptable que una pequeña minoría domine la política, la economía y la cultura de grandes partes del mundo mediante complicadas redes, y establezca una nueva forma de esclavitud, dañando la reputación de otras naciones, como las europeas y EE.UU., para lograr sus ambiciones racistas", señaló.

También acusó al Gobierno israelí de llevar a cabo "un genocidio contra las poblaciones palestinas en los territorios ocupados, de los que fueron expulsados hace 60 años mediante la fuerza y la coerción".

"¿Cómo es que los crímenes de los ocupadores contra mujeres y niños indefensos y la destrucción de viviendas, granjas, hospitales y escuelas puede recibir el respaldo incondicional de ciertos gobiernos?", se preguntó.

Las palabras del presidente iraní suscitaron una reacción inmediata de Washington.
"Es una decepción que el señor Ahmadineyad de nuevo decida hacerse eco de un lenguaje antisemítico, ofensivo y cargado de odio", dijo el portavoz de la Misión de EE.UU. ante la ONU, Mark Kornblau.

Poco antes que el presidente iraní interviniese ante este foro internacional, cientos de personas se congregaron en el exterior de la ONU con banderas iraníes y las caras pintadas de verde para pedir libertad y democracia en ese país.

Los manifestantes portaban igualmente pancartas de rechazo al régimen iraní y pedían al secretario general de la ONU, Ban Ki-moon, que abriese una investigación sobre el proceso electoral iraní, que calificaron de fraudulento.

EFE y Aurora