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quinta-feira, julho 22

Os Judeus Não São Nazistas

Não há mais espaço para se permitir a agressão constante e mentirosa dos detratores de judeus e demonizadores de Israel.

Circula há algumas semanas na internet um powerpoint que vincula de forma revisionista e bizarra imagens sem legendas da Alemanha Nazista e do Oriente Médio.

Esta agressão carecia de uma resposta contundente. Esta é a resposta.

Ajude a distribuí-la de forma ainda mais ampla do que a circulação da agressão.

Abs,

José Roitberg - jornalista - Menorah

Na janela da apresentação clique em FULL depois em +/- ZOOM e ZOOM TO PAGE para ver no formato mais adequado. Se quiser use o link http://www.slideshare.net/menorahrevista/historia-volta-a-repetir-se-mal-resposta para enviar só a apresentação e o http://www.slideshare.net/menorahrevista/historia-volta-a-repetir-se-mal-resposta/download para baixar direto para seu computador e guardar.



quarta-feira, junho 23

Sharon Causou a Intifada

Creio que na última resposta do Silvio Tendler após a lavada que ele está tomando da comunidade judaica tanto no Brasil quanto fora, ele responde pela tangente a um questionamento, como sempre faz, e afirma para a Myrna Herzog, em tom de "prova" que o Sharon iniciou a Intifada de Al-Aqsa com sua visita à Esplanada das Mesquitas. Myrna fez uma defesa perfeita, mas com pessoas como o Silvio isso não representa nada, pois sua agenda marxista é inflexível como precisa ser. Espero que algum dos amigos ou desafetos do Silvio que tenham seu email, mandem isso para ele, pois como cineasta e documentarista tarimbado, deve ter pelo menos a curiosidade de ver do que se trata.

Eu já estou de saco cheio deste tipo de propaganda partidária que IGNORA o que os próprios palestinos falam sobre o assunto. Havia um vídeo banido da WEB que eu consegui resgatar achando um CD de backup antigo. Era um disco com os principais vídeos palestinos e pró-palestinos do ano 2000. E aí já se vão 10 anos. Percebam o que é isso. Quem está hoje com 23 anos, tinha 13. Quem está com 18 tinha 8! E aí, estes propagandistas profissionais deitam e rolam na falta de conhecimento normal que as pessoas tem. E só se passaram 10 anos. É a fórmula do revisionismo-mentiroso. Inundar a mídia com a mentira que se quer propagar, mesmo sabendo que não é a verdade. As novas gerações são criadas na mentira e em algum ponto, todos já se esqueceram da verdade. Mas temos a internet para tentar trazer as pessoas à razão.

Os vídeos são pré-Memri e pré-Palestinian Media Watch. Mal tínhamos banda larga de 512 kb por aqui no ano 2000, mas um arquivo baixado e gravado fora do HD pode ser uma solução.

O primeiro é pequeno e com legendas em português que aprontei agora mostrando o ministro das comunicações palestino dizendo que a Intifada de Al Aqsa estava planejada quando Arafat foi para Camp David e que não tem nada a ver com Sharon.




O segundo é maior, em inglês com um conteúdo mais contundente e que espero ter tempo para legendar totalmente nos próximos dias, mas é importante que se divulgue em inglês para o mundo. Neste vídeo, deve-se perceber que o incitamento palestino, também pré-Hamas (só venceu as eleições em 2006), pre-Kassans, portanto ainda "pouco" radical não é contra Israel, não é contra o governo de Israel e não é contra os israelenses: é abertamente contra os judeus onde quer que estiverem. Os judeus devem ser mortos, massacrados e mortos novamente. Não há, segundo o discurso aberto nas redes de TV palestinas em Gaza sequer UM JUDEU que queria a paz e com quem se possa ou deva negociar. Assim, este vídeo precisa ser visto principalmente por aqueles judeus, como o Silvio Tendler que imaginam que do outro lado há alguns milhões de pessoas dispostos a recebê-los de braços abertos e não com facões nas mãos. Nenhum dos vídeos é israelense ou judaico. Os vídeos são oficiais palestinos criados pelo governo palestino para divulgação aos palestinos.




José Roitberg - jornalista

terça-feira, junho 15

We Con The World - Breaking the Blocade - Legendado Português


We Con The World - Legendas Em Português - Click here for the funniest movie of the week

We Con The World - Breaking the Blocade

It's necessary to break the Warner blocade to this parody that do not violate any property rights as ALL other parodies. The original post by LATMA, the best humor show on israeli TV was removed form LATMA profile by Warner when it broke the 3 million views mark. Warner is controlled by Japanese.


É necessário quebrar o bloqueio da Warner a essa paródia que não viola nenhum direito autoral como todas as outras paródias que estão no ar. O vídeo original postado pelo LATMA, o melhor programa humorístico da Tv israelense foi removido do perfil do LATMA pela Warner quando quebrou a marca dos 3 milhões de views. A Warner é controlada por empresários e bancos japoneses.


Flotilla Choir Presents We Con the World - More free videos are here

sexta-feira, novembro 13

Shimon Peres Hitler

A retórica é a mesma, não interessa quem seja o líder. Qualquer presidente ou primeiro ministro de Israel deve ser apresentado pelos palestinos brasileiros e pela esquerda estúpida nacional como HItler. Qualquer presidente americano é Hitler. Qualquer terrorista que explode civis e crianças, qual líder islâmico que massacra populações inteiras e desestabiliza o mundo é uma pessoa fantástica, um enviado de Allah entre os homens.

Os cartazes são da manifestação ocorrida no dia 12 (hoje) em SP.

quinta-feira, novembro 12

Esquerda radical antissemita vai atacar Peres no Rio de Janeiro

(formatação da msg original)

Mais uma vez essa esquerda radical imbecil que temos no Brasil parte para uma agenda internacionalista racista nas ruas do Rio de Janeiro. Me surpreende que não tenham acusado os judeus pelo apagão!
Para eles, as "armas de Israel são para matar nosso povo"... O governo vai comprar armas dos judeus para matar brasileiros. É isso que está aí. São os mesmo grupos que não se intimidaram em matar brasileiros com armas belgas, francesas, dinamarquesas e brasileiras e americanas nos seus anos de guerrilha e que defendem o uso das armas soviéticas pelo tráfico de drogas em sua guerra contra a polícia, o governo e os cidadãos brasileiros. Na visão de propaganda racista antissemita da esquerda brasileira o acordo de extradição Brasil-Israel é para pegar palestinos brasileiros e mandá-los para Israel para serem mortos, enquanto a mais simples verdade é acabar com a impunidade de braisleiros e israelenses coemtendo crimes em seus países e fugindo para o outro país.

Continuam com a grave calúnia, o criminoso libelo de sangue do início do século 21 acusando isralenses de roubar órgãos de palestinos. Não interessa a verdade, interessa apenas a propaganda antissemita orirunda das viúvas de Lenin.

Leia com atenção as barbaridades proferidas em nome da liberdade de expressão por esses terroristas virtuais que se escondem em meio a população brasileira!

José Roitberg - jornalista

TODOS À MANIFESTAÇÃO DE REPÚDIO À PRESENÇA DE UM CRIMINOSO DE GUERRA, ASSASSINO E TERRORISTA EM NOSSO TERRITÓRIO!
(POR FAVOR, REPASSEM A CONVOCATÓRIA)
No dia 13 de novembro às 9:00 da manhã, os movimentos sociais, partidos políticos e entidades  participantes do Comitê convocam todos os internacionalistas, ativistas dos direitos humanos, militantes e população em geral para manifestação que faremos  na frente da Petrobrás neste dia.

Esse criminoso de guerra está enchendo o bolso da burguesia internacional armamentista vendendo armas modernas, aviões militares não-tripulados produzidos por essa fábrica de armamentos e de morte que se chama israel. Vêm, também, de olho em nossas riquezas do pré-sal, do petróleo; na sua comitiva 40 empresários israelitas. Lamentavelmente o governo brasileiro, ignorando as campanhas de boicotes contra o estado fascista e sionista e ignorando o relatório da ONU sobre os crimes de guerra praticados contra os palestinos,  assinou nesta quarta feira acordos nas áreas de turismo, cinema e cooperação técnica, além do tratado de extradição. Uma vergonha!!!!

Todos sabemos que o objetivo dessas armas tem um destino fixado e não é nenhum país inimigo. O inimigo é o nosso povo, o povo excluído, o povo pobre, as resistências populares, enfim,  o combate , como disse o ministro Jobin ao criminoso de guerra, não será contra uniformizados, contra outro exército ....

O Governo Federal, o governador Sergio Cabral e o Prefeito Eduardo Paes estão recebendo o assassino com honras de aliados. Lula assinou o perigoso acordo de extradição,  que pode  significar que mandaremos palestinos para as terroristas prisões israelitas... E o  o Governador e o prefeito estão atrás de tornar mais  eficientes e bem armadas suas polícias, exatamente como o é o terrorista exército sionista ,obviamente, para matar nossa população dos guetos e favelas, como fazem em Gaza?

Shimon Peres, presidente de Israel, está a serviço  de  um estado com sangue nas mãos, que realiza uma ocupação ilegal e criminosa dos territórios da Palestina, que  mata, prende, tortura, rouba órgãos humanos e humilha; que  aprisiona  todo o povo palestino   com um grau de crueldade sem precedente na história. Israel está  asfixiando  três milhões de pessoas na Palestina ocupada, impondo, todos os dias, um  crescente  desespero.

        Peres mantém a tradição de todos os governos  israelita: um  comportamento nazistas contra os palestinos. Está  sitiando 1,5 milhões de pessoas em Gaza, impondo a morte lenta pela fome, pela falta de atendimento  médico e de infra-estrutura,  criando, na prática, um campo de concentração.  O que faz jus a seu passado: ajudou a África do Sul do apartheid a adquirir armas quando estava sob um embargo internacional.

            O atual chefe do estado de Israel esteve presente e atuou para aumentar a  cota de sofrimento dos palestinos, desde a Nakba ("Catástrofe") em 1948, passando pela ocupação em 1967 e o sítio de 2002 e  esteve à frente  da  implantação do primeiro assentamento judaico, Kedumim, em 1970, no coração  da Cisjordânia ocupada. Ele comandou também a Operação Punhos de Ferro (1983-7) que  exterminou (após prender e torturar) milhares de paupérrimo aldeões libaneses e palestinos.

            Como todos os criminosos e assassinos em massa, Peres tenta  encobrir seus crimes, utilizando uma retórica mentirosa e cínica em "favor da paz". Mas este  "ilustre" laureado com o prêmio Nobel da Paz  de 1994 tem uma imensa folha corrida, recheada de crimes que inclui o seu papel na  formação da  Haganah-milícias   que  praticaram  atos  terroristas, com assassinatos em massa, para forçar os palestinos  a deixarem suas casas em 1947/48. Só a degeneração moral,  que tomou conta  da classe dominante do mundo,  explica  tal premiação.

        Esse porta-voz de Israel está sendo  recebido pelos dignatários brasileiros e pelos empresários paulistas, na semana em que o mundo novamente se levanta contra o Muro do Apartheid. Na programação da visita,  encontros com o  Ministro da Defesa, Nelson Jobin, e  com o presidente Lula.  No Rio, o presidente israelense será recebido pelo presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli,  pelo governador  do Rio, Sérgio Cabral e pelo  com o prefeito, Eduardo Paz. Em pauta, discussões sobre  as relações comerciais Brasil-Israel,  o Acordo de Livre Comércio Mercosul-Israel, armamentos,  tecnologia da morte e, com certeza,  o pré-sal e combustível barato para alimentar a  incrível máquina israelense de fabricar cadáver. No seu staff , está o representante da empresa Elbit, desenvolvedora dos principais armamentos e tanques israelenses usados no massacre em Gaza e fornecedora de  sistemas de segurança para o muro do Apartheid na Cisjordânia e para assentamentos ilegais.  

 

Vergonha!

A participação da empresa  Elbit em obras ilegais de Israel, como o muro da segregação, e o fornecimento de veículos aéreos não tripulados e  outras tecnologias para os militares israelenses, levou o governo da Noruega a romper relações comerciais com essa empresa. Infelizmente, para o governo Lula, essas questões éticas são  tão irrelevantes que o representante dessa empresa é recebido com todas as honras pelo Brasil.

Memórias de um genocídio

Shimon Peres é responsável pelo massacre de centenas de pessoas que tentavam  se proteger no quartel-general das Nações Unidas, na  aldeia de Qana, no sul do Líbano, em 1996.  Um genocídio que horrorizou o mundo com as  terríveis imagens de crianças decapitadas e civis cortados em pedaços.

 

NENHUMA NEGOCIAÇÃO COM O

ESTADO FASCISTA!

 

NÃO AO TLC! FORA ISRAEL DO MERCOSUL

 

PRISÃO PARA OS CRIMINOSOS DE GUERRA ISRAELITA!

 

FORA SHIMON PERES! FORA ISRAEL!

Comitê de Solidariedade à  Luta do Povo Palestino  Rio de Janeiro e Niterói

sexta-feira, outubro 9

Ahmadinejad, Netanyahu and the Holocaust: The ethics of memory

by Carlo Strenger - Haaretz 07-out-2009

When the German Foreign minister recently called Ahmadinejad a shame to his own country and people, he spoke the minds of many. Now that Ahmadinejad is not even recognized by many of his own countrymen and women as legitimate, and that the Iranian regime's legitimacy is questionable within Iran itself, it is time for the world to support the opposition by making clear what a miserable figure this fanatic ignoramus is.

Because an ignoramus he is: Ahmadinejad's Holocaust denial is not a cynical ploy. He believes what he says - and he is unlikely to have invested much time in the huge historical evidence for the Holocaust.

The question then remains: is there anything interesting about Ahmadinejad's Holocaust denial - except, of course, that it provides one of his 'arguments' against the state of Israel (unfortunately he hasn't read up on the history of Zionism, which started almost a century before the Holocaust, either)

I think there is something interesting. I have a heavy dislike for the question whether the Jewish Holocaust perpetuated by the Nazis does or doesn't compare to others; whether it is the worst of all genocides in history. How do you measure the horror of human cruelty and suffering? Do you count the dead? In this case Mao is probably the worst killer in history, closely followed by Stalin, with Hitler coming in 'only' third. Do you measure the means, the organization, the hatred, the irrationality and the sheer inhumanity?

While the Nazi Holocaust certainly has unique features, I do not think that this should be a moral or political argument for or against anything, including the existence of the State of Israel. That nowadays is simply a fact that even most Arab states are acknowledging.

I believe that it is the commemoration of the Holocaust that is unique. The Jewish people, after a period of initial shock, have turned remembering of the Holocaust and its victim into a moral duty. Historians, novelists, psychologists and filmmakers have invested huge energies simply in remembering; museums have been built around the world, simply to make sure that those murdered will not vanish without a trace, and that humanity should never forget what it is capable of.

Here is the question that I would like to pose to Mr. Ahmadinejad - without expecting a response, of course. Could it be that the main problem he has with the Holocaust of the Jews is that we adhere to a very strict ethics of memory, to use Israeli philosopher Avishai Margalit's felicitous phrase? That we try not to allow any of the victims to have died without a trace? That we try to mourn the horrors that our families have endured, without turning these horrors into mythical heroism?

Mr. Ahmadinejad perpetuates a regime that has done horrible things to its own people. Khomeini sent scores of thousands of children into a useless war of attrition, arming them with plastic keys he told them would open the doors of paradise. He sent them into minefields using a military approach discarded after WWI, of trying to conquer positions through waves of human beings. Are the people of Iran allowed to mourn this act of horror? Or are they only allowed to glorify the useless death of their children (Khomeini sent them into battle when the Iraqi army was no longer on Iranian soil) by saying that they are shaheeds?

In speaking in favor of the ethics of memory, I do not really address Mr. Ahmadinejad; he seems incurable, and it is only to be hoped that his people will find ways to get rid of him. There is a lesson for us here.

Netanyahu has made the comparison of Iran with Nazi Germany and warning the world that a new Holocaust is on the way the centerpiece of his rhetoric. As Aluf Benn has pointed out, Netanyahu likes to think of himself as the Churchill who refuses to accommodate Hitler. Let us leave aside the question whether the comparison between Nazi Germany and Iran is justified - I think it isn't.

Netanayhu's latest installment was the speech at the UN. (Get the full text of Netanyahu's speech here). The part of the speech in which he attacks Ahmadinejad and the Holocaust denial is certainly justified. But then he moves on to defend operation Cast Lead by comparing it to the London Blitz. Netanyahu plays the Holocaust card to defend the indefensible. Even if Netanyahu thinks that the Gaza operation was justified, the constant harping on the Holocaust to justify Israel's policies in the West Bank and Gaza is both politically useless and ethically problematic.

Nobody in the world can see any connection between the Iranian threat and holding on to the West Bank and pandering to Israel's ideological right. Nobody can see how making the lives of Palestinians miserable will stop Iranian missiles. And while many believe that Israel had the right to defend itself against the Qassam attacks, they feel (and I agree) that the way Operation Cast Lead was conducted is indefensible.

In making use of the Holocaust to defend indefensible policies, Netanyahu harms the very ethics of memory that Ahmadinejad is incapable of endorsing. Remembering the Holocaust is a moral duty for Jews and non-Jews alike. Netanyahu's politicization of it does not fulfill this duty; it taints it. Instead of weakening Ahmadinejad, he enters the arena in which truthfulness about history is no longer a duty in its own right, but where history is used for the sake of political manipulation.

He taints the work of Raoul Hilberg, a Jewish soldier who participated in the liberation of Concentration Camps, and became the first historian to document Nazi extermination of the Jews; of those like Primo Levi, Shaul Friedlander and Steven Spielberg, who have made every effort to remember without embellishment and without manipulation. The lessons we should learn from Mr. Ahmadinejad is that remembering for its own sake is a virtue that must never be compromised.

terça-feira, outubro 6

Honduras - Judeus Como Bode Expiatório - Publicações na Mídia

Antes de entender o que significam os termos "presidente" e "governo de fato" em Honduras, é preciso notar que Chavez é que usou em seu discurso pouco após o golpe o termo "governo de fato" para designar o governo golpista. Não é uma criação da mídia internacional ou brasileira. Governo de fato é o que detém o poder no país. Zelaya foi deposto constitucionalmente pelo equivalente ao STF de lá e a decisão foi referendada pelos deputados e senadores em votação, incluídos aí do dos partidos que davam sustentação do governo de Zelaya cujo vice era Micheletti, empossado de forma constitucional. Confrontados insistentemente com  estes argumentos, o governo brasileiro precisou mudar de discurso e até mesmo o Marco Aurélio Garcia, assessor especial de Lula, em entrevista à Globonews, disse que o que caracterizava o golpe era a "a expulsão de Zelaya do país na ponta do cano de um fuzil" pois a constituição hondurenha proibe a expulsão de seus cidadãos. Apenas isso. Em editorial com repercussão igual a zero da Folha de SP o jornal chama corretamente a atenção e cobra do governo brasileiro a divulgação dos nomes, profissões e motivos de permanência de mais de 60 partidários de Zelaya em nossa embaixada. Até hoje, a fazem aí quase duas semanas o governo brasieliro não divulgou a lista de nomes nem explicou porque estas pessoas teriam o direito de estar ocupando a embaixada brasileira. Zelaya sabemos porquê, mas e "os outros?"

É preciso que se diga bem alto que as declarações anti-Israel e antijudaicas dadas por Zelaya dentro da embaixada brasileira ocupada foram dadas em território brasileiro violando nossas leis de calúnia, difamação e preconeito contra origem nacional (art 5 da Constituição Brasileira). É um estrangeiro cometendo crimes tipificados tem território nacional e isso deveria ser o suficiente para prendê-lo e abrir um processo, sempre lembrando que racismo é crime inafiançável no Brasil. Ele falar isso em Honduras ou em Brasília, dá no mesmo: está sujetio às leis brasileiras. Aliás, estou curioso para saber quem vai pagar a conta de telefone que ele vai deixar por lá...


Na mídia de internet brasileira os Círculos Bolivarianos dão espaço ao jornalista mineiro Laerte Braga para publicar várias matérias de sua criação acusando os judeus. Não contente em criar um envolvimento de Israel com o golpe em Honduras Laerte Braga vai muito mais longe. É preciso entender que os textos deste jornalista são publicados e não contestados ou respondidos por ninguém dentro das listas de divulgação, portanto há uma concordância bolivariana brasileira com seu teor.

30-set-2009 - publicado no CMI e lista de divulgação dos Círculos Bolivarianos


"O PLANO É SEQUESTRAR OU MATAR ZELAYA - Laerte Braga - A embaixada do Brasil em Tegucigalpa, Honduras, além de cercada por militares golpistas daquele país, está sob cerrado bombardeio de bombas sonoras de fabricação israelense e cercada por sofisticados esquemas de interceptação telefônica também procedentes de Israel. A avaliação de fontes ligadas ao presidente deposto de Honduras é que os encapuzados ao redor da embaixada do Brasil são franco atiradores israelenses e norte-americanos (atiradores de elite) prontos para executá-lo a qualquer cochilo e enquanto se elabora um plano para invadir a embaixada seqüestrá-lo ou matá-lo dependendo do grau de dificuldade da operação.
Agentes de Israel especialistas em seqüestros e disfarçados de soldados das forças armadas hondurenhas executariam a operação... Quanto ao Brasil os golpistas já receberam informes que setores golpistas das forças armadas brasileiras (existem militares brasileiros na base norte-americana de Tegucigalpa), a chamada grande mídia, aproveitariam o fato ? a invasão, seqüestro ou assassinato de Zelaya ? para enfraquecer o governo Lula, abrindo caminho para a eleição do governador de São Paulo José Serra comprometido com os EUA e financiado pela FUNDAÇÃO FORD, a mesma que financiou a eleição e a aprovação da emenda de reeleição de FHC (compra de votos de deputados e senadores). Os jornalistas da principal rede de tevê do Brasil, a GLOBO, são os únicos com acesso pleno aos militares hondurenhos e em alguns casos chegam a receber com antecedência as informações sobre marchas montadas a favor do governo (funcionários públicos obrigados a comparecer) ou ações repressivas e até a participar de reuniões com autoridades golpistas. O noticiário sai de Honduras e vai para a GLOBO nos EUA, onde é checado pelos editores do grupo. Nada que é enviado para o JORNAL NACIONAL, ou qualquer outro jornal da GLOBO sai sem que funcionários norte-americanos em Washington ou New York dêem o nil obstat. Em casos de urgência o contato é telefônico e todas as franquias são concedidas à rede brasileira. Na perspectiva dos norte-americanos e dos israelenses dois coelhos estão sendo mortos nesse processo. Zelaya e Lula (morte política). No caso do brasileiro, exibir um eventual fracasso da diplomacia brasileira e abrir caminho para que José Serra chegue ao Planalto em 2010. O avanço dos EUA sobre o Brasil se deve principalmente devido às descobertas de petróleo na camada pré-sal e o de Israel, a aproximação do presidente Lula com o Irã e sua posição sobre a guerra contra o povo palestino. Serra já se comprometeu com a privatização da PETROBRAS, em aceitar sanções contra o programa nuclear do Irã, revelar o inteiro conteúdo do programa nuclear brasileiro, comprar armas norte-americanas e permitir a instalação de bases dos EUA no Brasil para operações golpistas contra governos considerados hostis... Por golpistas entende-se tanto os militares de Honduras, como o governo Obama e a participação (tinha que ser, a boçalidade é intrínseca), do governo sionista de Israel."

Date: 2009/9/26
Subject: [Panfleto.net] ESTADO TERRORISTA DE ISRAEL FORNEFE BOMBAS PARA O ATAQUE A EMBAIXADA BRASILEIRA EM HONDURAS
To: lutabolivariana@grupos.com.br


ESTADO TERRORISTA DE ISRAEL FORNECE BOMBAS PARA O ATAQUE A EMBAIXADA BRASILEIRA EM HONDURAS - Laerte Braga - ...as bombas atiradas contra a embaixada do Brasil em Honduras, Tegucigalpa, são de fabricação israelense, entraram no país em vôos clandestinos e a negociação entre o governo golpista de Michelleti e o governo de Israel com as empresas fabricantes foi conduzida por Yehuda Leitner, terrorista israelense que opera situações semelhantes em várias partes do mundo. As empresas fabricantes são a ALFACOM e a INTERCOM. Ambas de capital norte-americano e israelense. Há uma diferença entre o povo judeu e o governo terrorista de Israel. Ser judeu não significa ser terrorista, mas ser sionista sim e o governo israelense é sionista, tem as mesmas práticas dos nazistas de Hitler. Esse tipo de denúncia tem sido feito sistematicamente por intelectuais judeus, militantes e reflete a indignação que Einstein manifestou em sua carta ao THE NEW YORK TIMES há quase 70 anos. O Estado de Israel é terrorista e o MOSSAD mera agência de seqüestradores, assassinos e torturadores... Em Honduras acontece uma carnificina contra civis que se opõem ao golpe militar que derrubou o presidente Zelaya. O país está praticamente paralisado já que o povo não aceita a quartelada. Foi uma ação conjunta de elites hondurenhas, grupos econômicos norte-americanos com orquestração da embaixada dos EUA e presença ativa de militares norte-americanos (há uma base no país) e agentes do MOSSAD. Agentes do MOSSAD fazem o que chamam de serviço sujo, tamanha a crueldade com que agem.Transformar o holocausto em pretexto para práticas semelhantes e querer que as críticas ao sionismo sejam vistas como anti-semitismo é uma prática comum, historicamente comum. Apropriar-se de um fato e vestir-lhe a roupa que convém, dar-lhe a versão que desejam em função de interesses de grupos, de minorias... Michelletti permanece no poder com a cumplicidade omissa dos EUA e a ação suja do governo de Israel. A grande mídia brasileira subordinada a esses interesses está tentando de todas as formas confundir a opinião pública do País e desqualificar a ação do governo brasileiro. Há necessidade de mais firmeza mesmo que os EUA estejam fazendo de conta que não é com eles... Dentro do próprio governo o ministro Celso Amorim tem sido hostilizado por conta de ministros ligados às elites brasileiras favoráveis ao golpe. É o resultado das alianças de Lula que, neste momento, se mostram muito mais pesadas e nocivas... Elites e mídia brasileiras, como as hondurenhas, as chilenas, as argentinas, todas, são apátridas. E militares, em sua grande maioria, são meros agentes repressores desse tipo de terrorismo. Democracia para eles é apenas um jogo de palavras para confundir e iludir a opinião pública. ...Essa é uma REDE PÚBLICA de discussão e debate do MORENA - Círculos Bolivarianos - Caso não queira fazer parte, entre em contato conosco pelo endereço morena.circulosbolivarianos@gmail.com


Date: 2009/9/25
Subject: [Panfleto.net] MICHELLETI É O HOMEM MAIS PODEROSO DA TERRA - OBAMA SÓ SERVE A CERVEJA

MICHELLETI É O HOMEM MAIS PODEROSO DA TERRA – OBAMA SÓ SERVE A CERVEJA - Laerte Braga - A embaixada do Brasil está sob ataque de bombas químicas fornecidas por Israel. A mulher do presidente Zelaya, Xiomara, enviou diversas fotos de bestas/militares lançando artefatos contra o prédio da legação brasileira... Roberto Michelleti, laranja dos interesses norte-americanos e das elites hondurenhas, garantido pelas bestas/militares que derrubaram Zelaya, é o homem mais poderoso do planeta. Obama colocou avental novo para servir-lhe uma cerveja de fabricação caseira, inacessível ao mercado dos mortais comuns. A exceção do apoio explícito da GLOBO, dos seus principais porta-vozes e da chamada grande mídia, o golpe contra Zelaya está condenado em todos os cantos e Michelleti permanece no poder... A mulher do presidente Zelaya informou que há necessidade de atendimento médico às pessoas que estão na embaixada do Brasil. As bombas israelenses causam dores de ouvido, desequilíbrio, vômitos, alguns inclusive vomitando sangue. Em qualquer lugar do mundo Miriam Leitão, Alexandre Garcia, Arnaldo Jabor, William Bonner e outros, por serem agentes estrangeiros, estariam sendo processados e julgados por crime de traição. ...Essa é uma REDE PÚBLICA de discussão e debate do MORENA - Círculos Bolivarianos - Caso não queira fazer parte, entre em contato conosco pelo endereço morena.circulosbolivarianos@gmail.com



O que mídia brasileira não publica nesse embrólio "judeus X honduras"?



Reuters/Brasil Online 16-jul-2009 (por favor note a data!) - Por Daniel Trotta - TEGUCIGALPA (Reuters) - A poderosa Igreja Católica de Honduras apoiou a deposição do presidente Manuel Zelaya, eliminando as chances de atuar como mediadora imparcial porque tomaria partido para conter a influência do presidente venezuelano, Hugo Chávez, no país. As forças políticas e militares que derrubaram Zelaya em 28 de junho citaram Chávez como um dos que fatores que os levaram ao golpe, alegando que temiam que o presidente hondurenho estivesse adotando o modelo de socialismo e as táticas políticas do presidente venezuelano. Eles acusam Zelaya de violar a Constituição ao buscar a ampliação do seu mandato por meio da retirada dos limites para a reeleição, como Chávez fez na Venezuela. Líderes da Igreja Católica, que segundo as pesquisas é a instituição mais respeitada no conservador país centro-americano, apoiaram o golpe e colocaram seu peso por trás do governo interino instalado pelo Congresso hondurenho...


Alguns dos artigos na mídia venezuelana que vincula Israel e os judeus pelo golpe em Honduras, logo no seu início, mostrando que a política bolivariana é especificamente antijudaica.

Vladimir Acosta, no principal canal de rádio a Radio Nacional Venezuelana RNV - 06-jul-2009
"Os militares de Honduras são treinados na Escola das América, que é um centro de poder norte-americano, que é um bordel, um centro militar de torturas, relacionado com o Mossad, a inteligência israelense, com a CI, estes são os pilares fundamentais da nação hondurenha..."

Mario Silva, na principal TV (há várias) do governo da Venezuela VTV - 07-jul-2009
"(A ONU e a OEA) estão lá apenas de forma figurativa, na verdade da mesma forma como Israel ocupa a Palestina, e todos estes anos passaram e eles fazem a mesma coisa, sempre negociando e (Israel) sempre reprimindo e sempre matando o povo palestino."

Hindu Anderi e Richard Peñalver, na RNV - 08-jul-2009
"Em Honduras a ONU e a OEA (estão envolvidas). Os Estados Unidos e Israel são os únicos países que pisam sobre essas organizações... Os Estados Unidos e Israel não prestam atenção às instituições internacionais, a ONU ou a OEA... É semelhante ao que ocorreu na invasão do Iraque, no bombardeio do Líbano em 2006 e mais recentemente na Palestina, eles não param a agressão. A evidência é que a superpotência que representa os Estados Unidos e o lobby sionista está acima destas instituições."

Joel Ostos, Diretor do Partido Comunista da Venezuela - 07-jul-2009
"...vale a pena refletir que as forças externas do Império (o Comando Sul) tem suas mãos neste experimento (o golpe em Honduras) e que pode ver nele 'bons frutos' se bem sucedido... este é um bom laboratório para eles criarem um estado repressivo, um instigador internacional, insubordinado às leis internacionais, e um violador dos direitos humanos mais básicos no hemisfério. Em outras palavras, instalar um Novo Israel na América Central... Não ao golpe de Estado! Não ao imperialismo! Não ao Novo Israel na América Central!"


(obs: o material abaixo é extenso e não tive tempo para traduzir - é uma nota oficial pelo grupo anti-muro em Israel falando em nome dos palesitnos, acusando Israel de ter efetivamente feito o golpe criando uma informação de que houve grande movimentação de partidários de Micheletti na embaixada de Israel meses antes e mais uma mentira deslavada de que Israel sempre apoiou a repressão dos povos na América Latina, citando os Contras na Nicarágua e as ditaduras no Paraguai, Guatemala e Chile...  Vão mais longe como negócio de "mercenário israelenses" afirmando que o governo de Micheletti contratou empresas de segurança israelenses e comandos para treinar as forças hondurenhas no uso da violência contra manifestantes, incluindo alvos seletivos e terror para acabar com a resistência. O conhecimento vendido ao governo de Honduras foi adquirido matando, reprimindo e fazendo a limpeza étnica de palestinos... É impressionante o império da mentira destes caras...)

Stop Israeli involvement in the repression of the people in Honduras and Latin America - Sever Latin American military ties with Israel
August 28, 2009

Statement in the occasion of the global Action Day against the Coup in Honduras - August 28 2009 by Palestinian Grassroots Anti-Apartheid Wall Campaign

As Palestinian Grassroots Anti-Apartheid Wall Campaign we raise our voice and join with all those that today are protesting the coup in Honduras, the dictatorship and repression by Micheletti's regime. As Palestinians, we know that we and the Honduran people are part of the same struggle. We are well aware that this crime would not have been planned and executed without the active support of foreign powers.

Many reports indicate not only involvement of US intelligence but Israeli military and intelligence as well. Israel has a long history supporting the repression of the people in Latin America. From the Contras in Nicaragua to the dictatorships in Paraguay, Guatemala and Chile – Israeli weapons, intelligence and training have offered crucial backing. Today, Colombia is probably the biggest recipient of Israeli arms and training… it is not surprising that today we have received news about Israeli involvement in the overthrow of democracy in Honduras.

We are seriously concerned that Israel might be effectively involved in the coup in Honduras on several levels:

While the entire American continent has isolated the current regime in Honduras, the leader of the coup has announced Israeli backing of his government. Several commentators have highlighted that in the months before the coup, the Israeli embassy was the site of intense diplomatic movement with important representatives of the opposition, including Micheletti.

CODEH has denounced the Micheletti regime for contracting Israeli commandos and security companies to train the Honduran forces in the use of violence against the demonstrators, including targeted crimes to sow fear and terror and dismantle the resistance. They report that security company personnel is sometimes directly executing the repression.

This description of repression repeats the same patterns of attacks faced by the Palestinian people during the protests against the Wall and the Israeli occupation. Israel is engaged in low intensity warfare against Palestinian communities resisting the Wall, targeting the entire community as well as individuals within it. This includes the violent repression of the demonstrations, targeted killings of activists (mainly at the fringes of the demonstration), collective punishment and psychological terror.

The expertise provided by the Israeli military to the Honduran coup has been acquired from killing, repressing and ethnically cleansing the Palestinian people. Indeed, the profits from its arms trade with Latin America allow its arms industry to thrive and to maintain the occupation and colonization of our lands.

Israeli involvement in the coup in Honduras would be only a logical extension of its policies. For Israel, a colonial state built on the expulsion and ongoing repression of the indigenous population, the rise of anti-colonial and emancipatory forces anywhere of the world constitutes a potential threat to the very paradigm it is built on. Clearly, Israeli allegiance to and cooperation with the most right wing US politics make the involvement in the coup a political imperative.

The coup and Israeli involvement in it has implications beyond Honduras, rendering Israeli diplomatic and military presence a threat to all Latin American democratic forces. This coup is not only a brutal act against the people in Honduras but acts as a model for a renewed attack on all the people in Latin America.

We therefore call for all democratic Latin American countries to take a principled step against Israeli crimes and violations of human rights and the historical and current support to anti-democratic forces and repressive regimes in Latin America and to:

- End diplomatic relations with Israel
- Expel Israeli military advisors and 'security firms'
- Immediately stop and cancel arms trade agreements with Israel

The democratic and progressive countries and their regional alliances such as the ALBA, MERCOSUR and others, have to take their commitment to the defense of human rights and democracy in their region and across the globe seriously. Israel does not only kill, torture, imprison and repress the Palestinian people. Far too many Latin American's have suffered from Israeli trained paramilitary and died of Israeli weapons.

por José Roitberg - jornalista


Honduras - Judeus Como Bode Expiatório - Teorias de Conspiração


Patrícia Rodas, ministra hondurenha das relações exteriores, 25-set-2009 passou na TeleSur
Quando estava em Nova Iorque, numa conferência de imprensa a ministra alegou que duas companhias israelenses forneciam gases tóxicos que foram lançados dentro da embaixada brasileira: Nós recebemos informação de que produtos químicos e armas foram supridos pela Alfacom e Intercom, empresas de propriedade de um israelenses que serviu de intermediário com Israel, trazendo-os (os produtos para o país) em um avião privado nos últimos dias."
(obs: é o mesmo dia do discurso antijudaico de David Romero Elmer na Rádio Globo Honduras)


President Manuel Zelaya, 23-set-2009
Dentro do refúgio na embaixada brasileira Zelaya deu uma entrevista para a CNN espanhol, o vídeo (abaixo) é publicado em vários sites de língua espanhola e transliterado para vários jornais e blogs
"Sim. Eles instalaram dispositivos que interferem com as linhas de telefone. Nós denunciamos isso e é possível que eles removam. Parece que é um grupo supostamente de mercenários israelenses que estão colocando equipamento eletrônico para impactar diretamente a embaixada." (obs: nesta entrevista, ao falar de "armas eletrônicas e gazes tóxicos" Zelaya não citou sua suposta origem israelenses, mas no dia seguinte em entrevista ao Miami Herald disse que "mercenários israelenses" o estavam torturando com "radiação de alta frequência" e que "mercenários estavam prontos para invadira a embaixada do Brasil." http://www.miamiherald.com/1506/story/1248828.html






Presidente Hugo Chavez, 24-set-2009 - no discurso à Assembléia Geral da ONU
"Na manhã em que eles encontraram na cada de um vizinho (à embaixada do Brasil), no telhado da casa de um vizinho, equipamento de interceptação, o presidente (Zelaya) me disse que feitos em Israel, de última geração, Israel reconheceu o governo de fato (Micheletti). Acho que é o único governo do mundo que o reconheceu. Eles têm equipamento dirigido para perturbar a mente, tentando causar pânico nas poucas pessoas que estão dentro da embaixada brasileira. Eles estão ameaçando com uma invasão à embaixada brasileira. Vocês percebem o estilo homens das cavernas? Eu acho que é a era do Trucutu (Brucutu). É a era das cavernas que está voltando aqui... Quatro ou cinco famílias ricas são donas do Estado. Nós devemos ler Lenin novamente: O Estado e a Revolução, o Estado burguês. Eles controlam tudo: o Congresso Nacional, as forças militares, o Estado e o povo nas ruas é massacrado."

(obs: é curioso notar, que no Brasil ninguém noticiou que Chavez falava livremente com Zelaya enquanto ele estava dentro da embaixada do Brasil... Quem disse isso foi Chavez! Uma ONG internacional de direitos humanos divulgou no dia 5 de outubro que o número de mortos em Honduras foi de 10 pessoas e não houve massacre nenhum. A maioria dos mortos e feridos foi em repressão contra saqueadores e não contra manifestantes)

Presidente Hugo Chavez, 07-jul-2009 na TV Estatal da Venezuela
"O governo de fato de Honduras não escuta o mundo, não obedece à OEA e às resoluções da ONU, é como Israel que não obedece a ninguém, que massacra o povo palestino, que faz o que quer, porque é apoiado pelo governo americano."



Presidente Hugo Chavez, 02-jul-2009 no Programa Al Presidente
"Zelaya disse que se este golpe continuar mais uma semana ele vai acusar as potência mundiais e vai acusar a primeira potência mundial que é os Estados Unidos. Porque é como Israel, o Estado de Israel, que viola os palestinos como quer. Por que eles fazem isso? Porque são apoiados. Por quem? O poder do império os apóia. E isso é a mesma coisa que acontece com os conspiradores golpistas em Honduras. Eles tem o apoio da extrema direita, da CNN, que é a expressão da mídia, militar, industrial, financeiro, terrorista, aparato narco-traficante, cujo epicentro, desafortunadamente é os Estados Unidos. Esse é o poder do Mal, isso é um aviso para Obama. O golpe não é contra Chavez, o golpe é contra Obama."

(obs: creio que vc deve reler isto - está dito claramente que a culpabilidade americana SERIA atribuída na semana seguinte, o que é apenas uma estratégia política dissociada da realidade. Israel é o poder do Mal e sua intromissão em Honduras é um aviso para Obama deixar de apoiar Israel. A lista de atribuições fatídicas conta a CNN precisa ser acompanhada do entendimento de que para os bolivarianos a mídia é controlada pelos judeus.)

por José Roitberg - jornalista

quarta-feira, setembro 30

O homem que nega a História

Para Ahmadinejad, apesar das provas, execução de judeus é mito

O presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad provocou ontem indignação mundial ao dizer, mais uma vez, que o Holocausto em que morreram 6 milhões de judeus na Segunda Grande Guerra é um mito, uma mentira criada para justificar a criação do Estado de Israel.

Ahmadinejad exortou a população de seu país a confrontar Israel, "uma obrigação nacional e religiosa de todo os muçulmanos".

A declaração foi feita no dia em que o Irã marca o "Dia de Jerusalém", marcha anual em apoio aos palestinos. Este ano, o dia serviu de pretexto para que milhares de iranianos fossem às ruas, mas para protestar contra o próprio Ahmadinejad.

– O pretexto do Holocausto para a criação do regime sionista é falso. Uma mentira baseada numa alegação mítica e não provada – disse o presidente na Universidade de Teerã.

Desde que chegou ao poder pela primeira vez, Ahmadinejad provocou contra si a condenação internacional por dizer que o Holocausto é uma mentira e que Israel é um "tumor" no Oriente Médio.

Seu governo chegou a realizar uma conferência em 2006 para questionar o fato de os nazistas liderados por Hitler terem usado campos de concentração e câmaras de gás para matar 6 milhões de judeus na Segunda Guerra (1939/1945) – fato comprovado por farta documentação.

Um insulto repugnante, diz ministro britânico

Estados Unidos, Reino Unido e Alemanha criticaram as declarações do presidente iraniano. O ministro britânico de Relações Exteriores, David Miliband, classificou a declaração de "repugnante'' e "ignorante''.

– A comunidade internacional deve se levantar contra esta onda de insultos – disse o ministro.

Os críticos de Ahmadinejad dentro do Irã dizem que seus discursos isolam o país. Suas novas declarações devem prejudicar a posição iraniana nas negociações com a comunidade internacional em relação ao programa nuclear, pois não combinam com a alegação de que o programa é para fins pacíficos de produção de energia.

Diário Catarinense em 19-set-2009

Argumento de Ahmadinejad sobre Holocausto considerado inadmissível

O presidente iraniano voltou a afirmar que o Holocausto foi um "mito", num discurso proferido sobre o dia de solidariedade para com os palestinianos. O ministro russo dos Negócios Estrangeiros sentiu necessidade de dizer que as declarações de Ahmadinejad são "totalmente inadmissíveis" e configuram uma "tentativa de negar a história".

"Eles (Ocidentais) lançaram o mito do Holocausto. Mentiram, fizeram o seu número e têm apoiado os judeus", afirmou Mahmoud Ahamdinejad, repetindo um argumento que já havia motivado resposta da comunidade internacional.
Este sábado, o ministro russo dos Negócios Estrangeiros veio responder que "tais declarações "contradizem a verdade e são totalmente inadmissíveis". "As tentativas de negar a História, sobretudo no ano do 70.º aniversário do início da Segunda Guerra Mundial, ofendem a memória de todas as vítimas e de todos os que lutaram contra o fascismo", declarou Andrei Nesterenko.

O governante russo considera ainda que as declarações "não contribuem para criar uma atmosfera internacional favorável ao estabelecimento de um diálogo frutuoso sobre a questão relativa ao Irão" (dossier nuclear).

Nesterenko aludia ao encontro, marcado para 1 de Outubro, entre o negociador do Irão com os representantes da Rússia, Estados Unidos, China, França, Reino Unido e Alemanha.

publicado pela RTP (Portugal em 19-set-2009)

terça-feira, setembro 29

Egito declara guerra contra Israel


Apesar do acordo de paz em vigor desde 1976 o Egito dá cada vez mais sinais evidentes e abertos de que não respeita suas cláusulas, seja armando e permitindo a passagem de armas e explosivos para dentro de Gaza através da fronteira em Rafa,seja fomentando abertamente o antissemitismo por todas as mídias.

Poucos dias após sua derrota por um voto para ser o diretor da UNESCO, o ministro da cultura do Egito, Farouk Hosni, um dos principais fomentadores deste antissemitismo egípcio moderno declarou guerra contra Israel.

Em entrevista ao jornal egípcio al-Masri al-Yaum, Hosni disse ter perdido à eleição devido ao "radicalismo, racismo e os judeus" que o atacam por impedir a normalização das relações culturais entre Israel e Egito. Disse ainda que está declarando guerra contra a "tirania cultural."

Israel, inexplicavelmente, apoiou a candidatura de Farouk Hosni, acreditando em suas promessas de normalização das relações culturais, mas o ministro deixou claro na entrevista que não mais o fará.


segunda-feira, setembro 28

Ahmadinejad: Holocausto foi pretexto para criar Estado de Israel

No final das marchas anuais anti-Israel, em Teerão (18 setembro), o presidente iraniano disse que o Holocausto foi uma mentira e um pretexto para a criação do Estado de Israel.

Os críticos dizem que é este tipo de discurso que tem isolado o Irão, em conflito com o Ocidente por causa do programa nuclear.

A Assembleia Anual da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) adoptou, na quinta-feira, uma resolução não vinculativa que exorta as Nações do Médio Oriente a renunciar à energia atómica. Apenas Israel votou contra.

"No nosso ponto de vista, os progressos para concretizar esta visão não podem ser alcançados sem uma alteração fundamental das circunstâncias regionais, incluindo uma transformação significativa na atitude de alguns estados da região em relação ao Estado de Israel", justificou David Danieli, o representante israelita na AIEA.

Israel lembrou que alguns países vizinhos não reconhecem o Estado judeu e que o Irão defende claramente a sua eliminação.

Euronews

Ahmadinejad continua com seu discurso antissemita carregado de ódio

Presidente do Irã diz na ONU que seu país é um dos mais progressistas e democráticos do mundo e apaga novamente o terrorismo palestino e árabe contra Israel

Ahmadineyad continúa con su lenguaje antisemita, ofensivo y cargado de odio


El presidente de Irán, Mahmud Ahmadineyad, aseguró ante la Asamblea General de la ONU que su país está dispuesto a "participar en la construcción de una paz y seguridad duraderas en el mundo y a estrechar las manos honestas".

Ahmadineyad defendió el programa nuclear de Irán, puesto de nuevo en entredicho por EE.UU., Rusia, Francia, Reino Unido y China, más Alemania, al tiempo que subrayaba que tiene "uno de los Gobiernos más progresistas y democráticos del mundo", en respuesta a las críticas por el pasado proceso electoral de su país.

La delegación estadounidense ante la ONU, al igual que las de otros de países occidentales, abandonaron el pleno de la Asamblea General cuando el presidente iraní tomó la palabra.
Pese a rebajar el tono de anteriores intervenciones, Ahmadineyad arremetió en varias ocasiones contra Estados Unidos y, particularmente contra Israel, al que de nuevo se refirió como "el régimen sionista".

"Ya no es aceptable que una pequeña minoría domine la política, la economía y la cultura de grandes partes del mundo mediante complicadas redes, y establezca una nueva forma de esclavitud, dañando la reputación de otras naciones, como las europeas y EE.UU., para lograr sus ambiciones racistas", señaló.

También acusó al Gobierno israelí de llevar a cabo "un genocidio contra las poblaciones palestinas en los territorios ocupados, de los que fueron expulsados hace 60 años mediante la fuerza y la coerción".

"¿Cómo es que los crímenes de los ocupadores contra mujeres y niños indefensos y la destrucción de viviendas, granjas, hospitales y escuelas puede recibir el respaldo incondicional de ciertos gobiernos?", se preguntó.

Las palabras del presidente iraní suscitaron una reacción inmediata de Washington.
"Es una decepción que el señor Ahmadineyad de nuevo decida hacerse eco de un lenguaje antisemítico, ofensivo y cargado de odio", dijo el portavoz de la Misión de EE.UU. ante la ONU, Mark Kornblau.

Poco antes que el presidente iraní interviniese ante este foro internacional, cientos de personas se congregaron en el exterior de la ONU con banderas iraníes y las caras pintadas de verde para pedir libertad y democracia en ese país.

Los manifestantes portaban igualmente pancartas de rechazo al régimen iraní y pedían al secretario general de la ONU, Ban Ki-moon, que abriese una investigación sobre el proceso electoral iraní, que calificaron de fraudulento.

EFE y Aurora