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quinta-feira, outubro 27
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terça-feira, outubro 11
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sexta-feira, junho 3
Noite dos Cristais sob os céus de Bagdá
quinta-feira, maio 19
A DAIA e o Google
quarta-feira, outubro 27
Exposição tematiza o antissemitismo na Alemanha Oriental
Quando a República Democrática Alemã (RDA) foi fundada, após a Segunda Guerra Mundial, o sistema comunista implantado pretendia ser um recomeço. A proposta era a da igualdade entre todos os cidadãos, deixando de lado o passado, fosse ele nobre ou vergonhoso.
Não houve debate sobre o Holocausto ou sobre o que determinadas pessoas fizeram e por que o fizeram. Isso fez com que o antissemitismo persistisse no país, de acordo com os organizadores de uma exposição que trata da discriminação sofrida pelos judeus na RDA, a Alemanha Oriental.
Muitos alemães orientais, contudo, ainda têm dificuldades de acreditar que havia espaço para o antissemitismo num Estado que se autointitulava antifascista.
Uma exposição itinerante, organizada pela Fundação Amadeu Antonio, tenta explicar aos visitantes como a perseguição, em parte sob os auspícios do Estado, permaneceu sendo parte integrante da vida dos judeus na RDA. Exibida no momento no balneário de Prora, localizado na Ilha de Rügen, no Mar Báltico, a exposição "Nós não tínhamos nada disso!" remete ao tabu em torno do assunto.
"A ideia de que uma ideologia de Estado possa automaticamente impedir pessoas de odiar outras é ridícula", diz Annette Kahane, diretora da fundação que organiza a exposição.
"Os legisladores no Leste disseram 'de agora em diante todos estão desculpados pelo que aconteceu, ninguém fará nada de errado outra vez e podemos começar a construir nosso Estado comunista' – isso também é ridículo", diz Kahane.
A exposição mostra uma evidência atrás da outra de quão antissemita a RDA de fato era. Houve os julgamentos antijudeus e a expurgação de judeus do Partido Comunista nos anos 1950 e a profanação do que havia restado dos cemitérios judaicos. O governo da Alemanha Oriental opunha-se abertamente a Israel, permitindo até mesmo que grupos terroristas palestinos treinassem em território nacional.
As crianças encontram a verdade
As informações apresentadas na mostra foram coletadas por escolares, aos quais pediu-se que entrevistassem residentes locais. A ideia era que isso teria um tom menos acusatório e possibilitaria aos jovens uma lição única de história.
"Imagine se eu tivesse ido até lá. Mesmo que eu venha do Leste, não teria funcionado. As pessoas não teriam falado comigo", diz Heike Radvan, da fundação mentora da exposição.
Na cidade de Hagenow, as crianças tiveram problemas em descobrir o que aconteceu com o antigo cemitério judaico. Demorou quatro meses, conta Radvan, para elas encontrarem um habitante da cidade que sabia dizer o que acontecera.
"As pedras tumulares eram muito pesadas. Elas nos pareceram adequadas quando estávamos fincando os fundamentos de uma garagem", relatou o homem às crianças.
Estereótipos perigosos
Segundo Kahane, alguns típicos estereótipos sobre judeus também podem ter causado o antissemitismo das lideranças comunistas. "Havia algumas características projetadas nos judeus que não combinavam muito bem com as ideias do regime comunista. Os judeus eram acusados de serem capitalistas demais, executivos de bancos, os caras do dinheiro", diz.
Eles eram também considerados desonestos, traidores ou arrogantes, acrescenta Kahane. "Os judeus eram vistos como figuras cosmopolitas. E cosmopolitismo era o oposto do que os legisladores queriam", finaliza a diretora da Fundação Amadeu Antonio.
História difícil de aceitar
"Nós não tínhamos nada disso!" incomoda alguns dos visitantes. "Aqui está outro exemplo de difamação pública da RDA", escreveu um deles no livro de visitantes da mostra. "Como ex-cidadão da RDA, considero essas acusações inaceitáveis", escreveu outro.
"A exposição não acrescenta nada de valor ao conhecimento das pessoas", afirmou um terceiro. Há, contudo, aqueles que veem o caráter informativo da mostra. "Acho ótimo ver esse assunto tratado numa exposição. Nunca vi nada que abordasse o tema assim antes", registrou uma visitante.
Susanna Misgajski, historiadora local de Prora, afirma que valeu a pena ver o projeto apresentado em sua região e que a população local pareceu se interessar pelo assunto. Mas não porque a região desconheça o antissemitismo durante os anos de RDA, analisa Misgajski.
Muitos proprietários de hotéis ao longo da costa do Báltico perderam suas propriedades durante uma campanha do governo comunista chamada Ação Rosa (Aktion Rose), e muitos deles acabaram presos, explica a historiadora.
A um desses proprietários, que era judeu, foram repetidos chavões da propaganda antissemita em pleno julgamento, no tribunal. Ele foi obrigado a cumprir uma pena muito maior na prisão do que as vítimas não judias da campanha de expropriação, completa Misgajski.
A exposição itinerante, que começou em 2007, segue agora para sua próxima estação dentro da Alemanha. Há planos de levá-la para o exterior em 2012.
http://www.dw-world.de/dw/article/0,,6144501,00.html
Autor: Hardy Graupner (sv)
Revisão: Alexandre Schossler
sexta-feira, outubro 22
Um Violinista em Cuibá
quinta-feira, outubro 21
TJ DO RIO PROIBE ENSINO DO HOLOCAUSTO
ISSO É BRASIL - NO MESMO DIA EM QUE É SANCIONADA A LEI NO RIO GRANDE DE SUL INSTITUINDO O MESMO TEXTO DA LEI FLUMINENSE PARA 60.000 ALUNOS GAÚCHOS, O TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO RIO DIZ QUE NOSSA LEI, NÃO VALE
TJRJ declara inconstitucional lei sobre aulas de holocausto nas escolas
Notícia publicada em 19/10/2010 17:36
O Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Rio declarou a inconstitucionalidade da Lei nº 4.782, de 26 de março de 2008, na sessão desta segunda-feira, dia 18. De autoria da vereadora Teresa Bergher, a lei pretendia tornar obrigatória a inclusão de noções sobre o Holocausto na disciplina de História ministrada nas escolas do Município do Rio.
Os desembargadores do Órgão Especial, por unanimidade de votos, julgaram procedente a ação direta de inconstitucionalidade, proposta pelo Município do Rio, nos termos do voto do relator, desembargador Nascimento Póvoas Vaz. Eles consideraram que houve erro de iniciativa na produção da lei, uma vez que as normas do ensino são da competência do Conselho Federal de Educação, ligado ao Ministério da Educação, e não do Poder Legislativo.
Participaram da votação os desembargadores Antonio Eduardo Ferreira Duarte, Manoel Alberto Rebelo dos Santos, Sergio de Souza Verani, Leila Mariano, Valmir de Oliveira Silva, Luiz Leite Araujo, Maria Augusta Vaz, Jose Carlos Figueiredo, Luiz Felipe Haddad, Edson Scisinio Dias, Reinaldo Alberto Filho, Elizabeth Gomes Gregory, Milton Fernandes de Souza, Nildson Araujo da Cruz, Jose Geraldo Antonio, Ademir Pimentel, Antonio Jose Azevedo Pinto e Alberto Motta Moraes.
Proc. nº 032237102008.8.19.0000
quinta-feira, outubro 14
sábado, outubro 9
ARION é mascote dos Jogos Militares
sábado, agosto 7
87 Estados contra a [Negação da Existência Histórica da] Shoá
JERUSALÉM (CJL) Com o apoio do Ministério de Relações Exteriores israelense e com a presença do vice-chanceler Danny Ayalon, foi firmado esta semana, em Israel, um acordo que envolve o compromisso de 87 países para lutar contra a negação do Holocausto e do antissemitismo no mundo.
As entidades que uniram seus objetivos saõ: a "Força de tarefas internacional para a Memória do Holocausto" (ITF) e o "Bureau de Instituições Democráticas e Direitos Humanos" (ODIHR), braço executor da Organização para a Segurança e colaboração Mútua na Europa.
É a primeira vez que mais de 80 Estados se unem para colaborar mutuamente contra a campanha de deslegitimação que sofre Israel no plano local e o judaísmo em nível internacional.
"Existem certos elementos que negan a Shoá e preparam o próximo Holocausto. Devemos preservar a memória para que tais horrores, junto com a xenofobia, não se repitam e para que tenhamos um mundo mais seguro", enfatizou Ayalon durante a assinatura do documento.
A ITF - cujo objetivo é promover a memória do Holocausto por meio da educação, investigação e monumentos recordatórios- conta atualmente com 27 países membros, em sua maioria europeus.
A ODIHR, da qual são membros 57 países, se ocupa entre outras coisas de programas educativos e de monitoração de fenômenos tais como a xenofobia contra os estrangeiros e, em especial, o antissemitismo.
quinta-feira, julho 22
Os Judeus Não São Nazistas
Circula há algumas semanas na internet um powerpoint que vincula de forma revisionista e bizarra imagens sem legendas da Alemanha Nazista e do Oriente Médio.
Esta agressão carecia de uma resposta contundente. Esta é a resposta.
Ajude a distribuí-la de forma ainda mais ampla do que a circulação da agressão.
Abs,
José Roitberg - jornalista - Menorah
Na janela da apresentação clique em FULL depois em +/- ZOOM e ZOOM TO PAGE para ver no formato mais adequado. Se quiser use o link http://www.slideshare.net/menorahrevista/historia-volta-a-repetir-se-mal-resposta para enviar só a apresentação e o http://www.slideshare.net/menorahrevista/historia-volta-a-repetir-se-mal-resposta/download para baixar direto para seu computador e guardar.
quarta-feira, julho 21
Luxo real - miséria de propaganda!
A miséria, a fome, a destruição, a falta de bens de consumo e comida, a inexistência de materiais de construção são exploradas no mundo inteiro par demonizar Israel e apresentadas como a verdade absoluta.
Faltando tudo, faltando concreto, faltando materiais de construção e tendo "milhares" de casas destruídas, então o melhor investimento é construir sem material e sem nada para colocar dentro um enorme e luxuoso shopping center na cidade Gaza, inaugurado ontem, no dia 20 de julho.
Enquanto isso o governo brasileiro dá a bolsa terror de 25 milhões de dólares para aliviar o sofrimento em Gaza, ou será que para construir uma filial do shopping?
Assista a matéria da Fox News, pois não verá na Globo...
sexta-feira, julho 2
Guerra Irã X Iraque terminou há 20 anos
quarta-feira, junho 30
Para que serve um bloqueio?
Os bloqueios modernos vem da técnica de "sítio" bem conhecida e antiga na história do humanidade. Vivendo em cidades muradas ou fortificadas, os habitantes eram sitiados por tropas inimigas, podendo ser atacados ou não. As tropas esperavam o desgaste psicológico e físico dos sitiados que deveriam contar com suas reservas de água, alimentos e combustíveis. Quando acabassem a batalha estava perdida. Bem sempre os sítios venceram as defesas. Por vezes o desgaste das tropas sitiantes era maior que a capacidade de suprimento e resistência dos sitiados.
Dentro da história judaica temos vários exemplos de sítio, sendo os mais conhecidos o de Jericó quando o sítio feito por nós venceu e o de Massada quando a resistência feita por nós perdeu. Dentro deste contexto podemos chamar a destruição do Gueto de Varsóvia também como uma forma de sítio: perdemos esta também.
Bloqueios modernos e sanções comerciais são impostos por superpotências por definições políticas e não técnicas. Os resultados podem ser medidos a longo prazo e são muito ruins. Por acaso estariam os regimes da Coréia do Norte e Cuba ainda no poder se não fossem os sítios econômicos? Por acaso os regimes comunistas não sitiados não caíram um após o outro, inclusive o mais fechado de todos cujo sítio era ao contrário, a Albânia?
Os sítios e bloqueios levam países e grupos a se fecharem, a consolidar aliados, a ter estratégias para romper bloqueios, a ter apoio e organização interna e externa, a criar serviços de informações e operações no exterior, criar campanhas de propaganda contra quem os bloqueia, criar o status de vítima permanente de agressão etc.
Colocar um novo país, o Irã sob bloqueio é repetir o que já foi feito de forma fracassada em outros países. O bloqueio impede e livre trânsito de pessoas, inclusive para fiscalizar e dá autoridade para o bloqueado de negar a entrada.
Alguém consegue ver Cuba não tendo se desenvolvido tecnologicamente nas áreas que escolheu se desenvolver devido ao bloqueio? Por acaso Cuba deixou de enviar pilotos e soldados para a Síria na Guerra do Iom Kippur e para a Angola lutar contra o governo colonial português, porque estava sob bloqueio? Havia uma realidade diferente neste caso: enquanto uma superpotência bloqueva, outra sustentava o país, pois os EUA não podiam bloquear nada da União Soviética.
Alguém vê uma Coréia do Norte sem armamento nuclear e um exército poderosíssimo devido ao bloqueio? Lhes faltou aço? Alumínio? Cobre? Petróleo? Plásticos? Insumos para pólvora e explosivos? É claro que não.
Então para que servem em realidade os bloqueios senão para manter ditadores no poder mobilizando suas massas contra um "inimigo imperialista mundial que o sacrifica diariamente" enquanto para o círculo do poder nada falta?
Israel não quer que material que possa ser usado para a fabricação de armas e explosivos entre em Gaza. Então que aumente a divulgação da lista e diga que qualquer um que quiser mandar as coisas da lista para lá pode fazer. Haverá uma inspeção de alfândega como em qualquer lugar do mundo e o que não puder entrar será apreendido e pronto.
Por acaso nosso governo brasileiro durante décadas não instituiu um bloqueio fortíssimo às mercadorias estrangeiras para nós, o povo? Qual foi o resultado prático? Faltavam importados? Contrabando aberto com anúncio em jornal gerando toda uma corrente de ilegalidade e corrupção até o governo perceber que é muito mais simples cobrar impostos de importação do que correr atrás de contrabandistas e corruptos.
José Roitberg - jornalista
terça-feira, junho 29
IRANIANO LIGADO A GRUPO QUE APÓIA TERRORISMO ENTROU ILEGALMENTE NO BRASIL, NA COMITIVA DE AHMADINEJAD
IRANIANO LIGADO A GRUPO QUE APÓIA TERRORISMO ENTROU ILEGALMENTE NO BRASIL, NA COMITIVA DE AHMADINEJAD
Eis outra grande contribuição da política externa brasileira à paz mundial.
No site Diário Tucano:
O deputado Marcelo Itagiba (RJ) questionou o governo federal sobre a entrada ilegal do Lugar-tenente da Guarda Revolucionária iraniana Esmail Ghaani no Brasil. O tucano disse ter provas concretas de que o oficial ingressou irregularmente no país ao lado do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, durante visita oficial no fim do ano passado. Itagiba afirmou que Ghaani é designado pelas Forças Quds, da elite da guarda dessa república do Oriente Médio, para fazer a triangulação de produtos nocivos e sensíveis com destino ao Irã.
"A entrada desse indivíduo, de forma irregular, incorreta e escondida sob as saias do ditador do Irã é uma afronta ao Brasil e à pacificação que o país prega no mundo. Trata-se de um conluio de pessoas que pregam o terrorismo, o fim da paz mundial e pretendem levar o enriquecimento de urânio para que o Irã tenha bomba nuclear e possa ameaçar o mundo", protestou Itagiba em plenário nesta quarta-feira (23).
Segundo o deputado, as Forças Quds têm como um dos seus objetivos propagar o terrorismo internacional, tendo apoiado diversas vezes ações do grupo terrorista islâmico Hezbollah pelo mundo.
De acordo com Itagiba, o nome de Esmail Ghaani não constava nas relações oficiais da comitiva presidencial. O tucano encaminhou pedido de informação às autoridades competentes e recebeu a confirmação de que o tenente integrou oficialmente a delegação de Ahmadinejad, sem o visto da Embaixada do Brasil ou a autorização do Itamaraty.
"O chefe do terrorismo internacional islâmico compareceu de forma camuflada, escondida. Ele veio debaixo do braço do ditador e adentrou o nosso território para fazer contato com altas autoridades brasileiras", condenou o parlamentar.
Itagiba considerou preocupante as autoridades brasileiras se associarem a islâmicos que querem, em nome de Deus, exportar o terrorismo internacional. Ele quer saber com que autoridades Esmail Ghaani se encontrou, se esteve com integrantes do primeiro escalão brasileiro, se discutiu a exportação e o enriquecimento de urânio e se conversou com a candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff. Ele defendeu ainda uma apuração para responsabilizar aqueles que permitiram a entrada ilegal no Brasil.

